O processo evolutivo das redes de comunicação baseadas em sistemas sem fio tem sido impulsionado principalmente pela demanda de novos serviços e pelas restrições de uso do espectro de freqüências.
Dentre os novos sistemas wireless que têm demonstrado características viáveis tecnológica e economicamente, destacamos o WLL (Wireless Local Loop, ou circuito local sem fio), que se apresenta como alternativa aos problemas enfrentados pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações quando da implantação de redes de telefonia fixa com cabeamento convencional.
Evolução
O desenvolvimento da telefonia móvel celular estimulou pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias. Dos telefones celulares móveis para celulares fixos foi um passo natural que começou pela instalação de telefones públicos em locais remotos que não dispunham de algum tipo de meio físico de rede para comunicação. Por exemplo, na periferia das metrópoles e ao lado de rodovias com cobertura celular móvel, temos milhares de assinantes potenciais dispersos, fato que torna economicamente inviável a implantação de uma rede de cabos para atendê-los. No entanto, com o desenvolvimento de um terminal fixo de assinante conhecido como ETA (Equipamento Terminal de assinante) e utilizando um "loop" de assinante via enlace de rádio, com antenas e transceptores semelhantes aos dos terminais móveis, foi possível dispensar a aplicação do par metálico nessas instalações e possibilitar a absorção desses novos assinantes.
Encontramos atualmente três categorias de sistemas de comunicação utilizando loop de assinante: os celulares fixos, que usam a plataforma de serviços celulares; os RLL (Radio Local Loop), desenvolvidos especificamente para o WLL, segundo uma tecnologia padrão (como, por exemplo, o DECT) e os sistemas com arquitetura e interface aérea proprietários (que não seguem nenhum padrão reconhecido).
Tecnologia WLL
A tecnologia WLL (Wireless Local Loop), também traduzida como acesso fixo sem fio, é uma tecnologia de telecomunicações que utiliza a radiofreqüência para prover a ligação de um terminal telefônico até a central de telefonia pública sem a utilização dos tradicionais pares metálicos de cobre.
Uma rede WLL é, na verdade, um acesso, via rádio, a um telefone fixo de assinante. O conceito é bastante simples: o telefone do assinante é ligado ao equipamento de rádio, que troca informações com uma estação de rádio. A estação converte os sinais de rádio em sinais compreensíveis pela central telefônica e a partir daí a chamada segue seu curso normal dentro do sistema de telefonia pública comutado.
A tecnologia WLL substitui, no todo ou em parte, os pares de cabos telefônicos utilizados na conexão do telefone do assinante até a central telefônica. É baseada em um terminal fixo que se comunica, via ondas de rádio, com a central de telefonia pública e que busca não utilizar a rede física externa (rede de cabos) para prover os mesmos serviços da rede convencional (voz, fax, dados, etc).
A base desse sistema é uma central concentradora que recebe os sinais das diversas Estações Radio Base (ERB’s) e transfere essas informações para a central telefônica WLL. Este equipamento, que recebe denominações variadas em cada sistema proprietário, localiza-se perto ou dentro da própria central telefônica ou ainda, está conectada à central pública através de sistemas de microondas ou fibra óptica.
A conexão wireless do sistema ocorre entre o concentrador (central WLL) e os assinantes individuais, que possuem, cada um deles, um circuito transceptor (transmissor + receptor) que permite que um telefone comum seja conectado ao equipamento.
A técnica empregada no WLL é uma extensão de aplicação de técnica celular utilizada para sistemas móveis no atendimento aos terminais fixos. Os blocos de equipamento do WLL são, em principio, os mesmos do sistema móvel celular, sendo que a principal diferenciação está no terminal do assinante que passou a ser fixo e alimentado por energia AC.
A arquitetura de um sistema concebido especificamente para WLL apresenta três partes: Controladora de Rádio Base (que é também a interface com a central comutadora), a Estação Rádio Base (ERB) e os terminais de assinante (ETA).
O sistema WLL tem a sua principal utilização nos sinais de rádio freqüência entre ERB’s (Estação Rádio Base) e ETA’s (Estação Terminal de Assinante). A tecnologia utilizada garante a transmissão de dados típica de 9,6Kbps até 144Kbps permitindo a oferta da RDSI-FE (Rede Digital de Serviços Integrados - Faixa Estreita) e serviços ADSL.
Faixas de freqüência
Um sistema WLL provê maior flexibilidade e re-usabilidade ao sistema telefônico, características essenciais para uma demanda crescente de serviços. Por esse motivo, as operadoras de telefonia estão adotando essa tecnologia em lugar de criarem novas redes com cabos telefônicos. Por lei, somente as empresas concessionárias (empresas oriundas da privatização do sistema Telebrás) e autorizadas (empresas-espelho) poderão utilizar equipamentos de radiofreqüência para a implantação de sistemas fixos, inerentes à exploração do Sistema de Telefonia Fixa Comutado.
Alcance
À semelhança da telefonia celular, essa tecnologia utiliza estações Rádio Base que cobrem uma determinada área, dentro da qual são instalados os terminais telefônicos. O raio de cobertura do sistema é limitado pela propagação do sinal de RF entre a ERB e a ETA. Como informação, as faixas de freqüências liberadas para teste no Brasil oferecem perfis de cobertura máxima que variam entre 2Km a 30Km.
Para garantir a capilaridade necessária da rede, as operadoras escolhem um ponto estratégico na região que pretendem atender (um grande centro urbano, por exemplo) onde será instalada uma antena central e, em outros pontos espaçados, diversas estações repetidoras (a quantidade depende da área que se deseja atingir). Normalmente a distância entre ERB e o terminal do assinante WLL não é superior aos 10Km. Influenciam na propagação dos sinais aspectos como faixa de freqüência adotada, topografia do terreno, morfologia do ambiente, potência transmitida e tipo de antenas utilizadas.
O passo seguinte é a instalação das antenas individuais para cada grupo de assinantes (um prédio, por exemplo). A partir destes pontos a conexão é distribuída, via cabo de pares metálicos, para os assinantes.
Comparação entre WLL e Rede Convencional
Os cabos metálicos dos sistemas de telefonia convencional provêem um bom serviço, qualidade de voz e bom tráfego de dados. Porém os vários estágios da rede de cabeamento (cabos primários, cabos secundários, etc) podem oferecer problemas na transmissão, atenuações e dificuldades para a utilização de alguns serviços (Internet em banda larga, por exemplo).
Outros problemas ocasionados pelos cabos metálicos são a dificuldade no manuseio e tempo para a implantação da rede, sem contar a necessidade de mão-de-obra especializada para a instalação e manutenção da rede, mais o custo para atendimento de linhas adicionais. Com o WLL, a instalação é mais rápida, permite cobertura total e tem um custo de implantação e manutenção menores que os da rede convencional, porém, necessita igualmente de mão-de-obra especializada e bem treinada.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Impacto da Voz nas Redes sem Fio
Mobilidade, acesso sem fio e convergência são as palavras de ordem no atual mercado das redes de comunicação. Trata-se de uma tendência irreversível, que vem se tornando realidade e incorporando-se ao dia-a-dia dos indivíduos, principalmente para aqueles interessados nas facilidades tecnológicas que agregam valor à sua rotina, seja no trabalho, em casa ou no lazer.
A possibilidade da utilização de tecnologias de voz em redes sem fio, por exemplo, torna-se cada vez mais um argumento forte para impulsionar o mercado das redes de computadores e, de quebra, torna-se uma preocupação a mais para os profissionais incumbidos pela administração dos recursos da rede.
A voz como informação
A transmissão de voz em redes sem fio pode não ser uma coisa nova em termos tecnológicos, mas, sem dúvida, é algo novo em termos de serviço. Até pouco tempo atrás limitado às redes tradicionais de telefonia, o serviço de transmissão de voz vem se tornando uma solução viável no ambiente das redes sem fio das empresas e mesmo nas residências.
Para que a voz seja transmitida através de uma rede de computadores, ela deve ser transformada para o formato digital (bits) e enviada na forma de pacotes. Logo passa a ser vista como "informação" e não mais como "voz". Esse conceito, adaptado à realidade das redes sem fio, herda todas as vantagens e problemas que qualquer transmissão de dados teria, uma vez que não existe qualquer distinção entre ambos os tráfegos (pacotes de voz ou de dados).
Quando essa técnica de transmissão é introduzida sobre uma solução sem fio, os aspectos tecnológicos observados são basicamente os mesmos que já existem para a rede antes destinada ao tráfego exclusivo de dados, uma vez que, na prática, o que estamos implementando é o transporte da voz (no formato digital) utilizando um protocolo específico (neste caso, o protocolo IP) e apresentando os mesmos mecanismos e funcionalidades quando são transportados apenas dados.
Exposição e ameaças
"À medida que a utilização de voz cresce em uma rede, também crescerá a exposição dessa rede às ameaças de segurança". Por se tratar de uma tecnologia que utiliza a infra-estrutura de uma rede sem fio, é natural pressupor que esta afirmativa seja fundamentada e que o tráfego de voz implique realmente em novos riscos quando abordamos os aspectos de segurança para uma rede de computadores.
Todavia, devemos observar que, se uma rede sem fio segue regras de segurança eficientes para a transmissão das informações, o tráfego de dados é seguro e o de voz também o será, pois, como os canais de comunicação são os mesmos, a voz herda a segurança que a rede sem fio oferece para os dados. Entretanto, se a rede sem fio não oferece nenhum meio de proteção para a informação digital, as transmissões de sinais de voz também não terão qualquer tipo de segurança.
Por exemplo, no caso dos hotspots que oferecem acesso sem fio à internet livremente e sem oferecer qualquer nível de segurança, tanto dados quanto voz estarão sujeitos aos vários tipos de riscos e ataques encontrados nesse ambiente inseguro. Cabe ao usuário do serviço providenciar garantias quanto à privacidade de suas comunicações, estabelecendo políticas de acesso capazes de oferecer segurança para a informação que deseja transmitir.
Na verdade, a união entre voz e redes sem fio não traz ameaças novas ou que não possam ser combatidas com políticas de segurança eficientes, embora essa associação possa, certamente, aumentar os efeitos das vulnerabilidades da rede por várias razões.
Por exemplo, é comum um administrador de rede buscar formas alternativas de prover aos seus usuários funcionalidades de rede adicionais (telefonia, por exemplo). Neste aspecto, a segurança deve tornar-se um dos fatores e característica mais importante dos serviços disponibilizados, sendo que as funcionalidades oferecidas devem considerar a aplicação de políticas de segurança que sejam integradas e capazes de abranger a totalidade da rede.
Por esse motivo, é extremamente importante que as empresas adotem políticas de segurança adequadas para protegerem seus ativos de rede, tanto para a comunicação de dados, quanto para a comunicação de voz.
As formas disponíveis para reduzir os riscos na transmissão de voz em redes sem fio são as mesmas que se aplicam às redes antes destinadas ao tráfego exclusivo de dados, são elas: a autenticação por endereço MAC e a criptografia.
Tanto a autenticação por endereço MAC como algumas chaves de criptografia (WEP, por exemplo), são consideradas como de nível de segurança fraco, estando mais vulneráveis a ataques. Outras especificações mais recentes (série IEEE 802.1x, WPA e WPA2, por exemplo) são consideradas mais seguras, permitindo a autenticação e encriptação do tráfego de dados com maior eficiência.
Projetos de voz em WLAN
Os projetos que envolvem a transmissão de voz sobre redes locais sem fio – WLAN’s - devem buscar funcionalidades cujas principais preocupações devem girar em torno de implementações quanto à mobilidade, segurança e à qualidade de serviço oferecido. A autenticação dos usuários e dos dispositivos de rede, assim como a introdução de protocolos de criptografia mais evoluídos, torna-se igualmente uma necessidade que não pode ser relegada a um plano secundário.
Mobilidade
Em termos de mobilidade, é claramente uma vantagem essa integração entre voz e redes se fio, pois já temos uma infra-estrutura pronta e vamos tirar partido dessa mesma infra-estrutura. A preocupação adicional fica por conta do alcance, da forma de cobertura e da forma de proteção do sistema de rádio escolhido.
Segurança
Ao nível da segurança, os vários mecanismos disponíveis nos dispositivos sem fio devem ser estendidos aos demais dispositivos associados com a transmissão de voz. É fundamental que os administradores da rede se lembrem que é importante (e necessário) configurar as funcionalidades de segurança (tais como criptografia e firewall) para proteger a rede de possíveis ataques.
A segurança deve partir de uma filosofia centrada na necessidade de implementar políticas de acesso aos principais recursos da rede com o objetivo de deter os ataques antes que estes afetem os servidores ou outros dispositivos. Por exemplo, temos freewares e sharewares cujo tráfego de pacotes ou a transferência de arquivos não é detectada pelo tradicional firewall. Usar um aplicativo destes como solução corporativa caracteriza-se, seguramente, como uma falha na segurança.
Sempre é bom lembrar também que os pacotes de voz pode ser um alvo de ataques de spam, DoS, spoofing e phishing, resultando em danos graves como perda de confidencialidade, indisponibilidade dos serviços de comunicação, entre outros.
A utilização de sistemas modulares que permitam lidar com problemas de segurança em qualquer ponto da rede (e não apenas nos pontos de acesso) pode oferecer um maior grau de segurança nesse caso. No entanto, devido à especificidade de algumas soluções e as novas tecnologias emergentes, as soluções devem se preocupar em trabalhar na segurança das redes sem fio, principalmente ao nível da intrusão. Uma vez garantido o nível de segurança no que diz respeito à infra-estrutura, as questões de segurança podem ser tratadas no nível de aplicação e não mais em relação ao meio utilizado.
Qualidade de Serviço
A voz é um tipo de serviço em tempo real que não admite latência na rede, ou seja, o tempo de envio do pacote de voz é o ponto chave para a transmissão em redes onde trafegam pacotes de dados. Os pacotes de voz, ao contrário da maioria dos pacotes de dados, necessitam de uma rede estável que ofereça baixa latência e um mínimo atraso (delay), ou seja, necessitam de redes que ofereçam uma Qualidade de Serviço - QoS (Quality of Service).
É através do QoS que os fluxos de dados das aplicações podem ser categorizados em classes de serviço e assim passam a receber um tratamento diferenciado, de acordo com a importância de cada pacote. Este tratamento se dá normalmente por mecanismos de controle e de priorização de fluxo. Por exemplo, temos a seguinte situação: uma rede com link de Internet, por onde trafegam vários pacotes de diferentes serviços como: FTP, HTTP, SMTP, etc. Uma estação de trabalho conectada nesta rede consome uma determinada banda de transmissão para enviar e receber informações. Se houver uma conexão de voz ativa nesta mesma máquina, a banda consumida tende a aumentar mesmo que seja usado algum tipo de compressão para os dados.
Se, nesta mesma rede, passamos a ter outras máquinas realizando as mesmas funcionalidades da primeira, mas realizando ainda downloads ou uploads de arquivos de forma simultânea, nesta condição teríamos a possibilidade de um link saturado, com a toda a banda praticamente consumida e, neste caso, a conexão de voz seria certamente prejudicada porque não haveria prioridade para os pacotes de voz.
Isso acontece porque os pacotes de voz precisam sair em tempo real e sem atraso (ou com o mínimo de atraso possível), mas se a rede não oferece uma forma de priorizar os pacotes de voz, simplesmente qualquer pacote que chegar primeiro terá a preferência para ser transmitido. Assim, os pacotes de voz esperariam outros pacotes que estivessem na sua frente disputando a banda disponível e teriam sua saída retardada.
O que se faz na prática é colocar todos os pacotes de voz na frente dos outros pacotes ou disponibilizar uma quantidade específica de banda para que esses pacotes tenham prioridade de transmissão na rede. Neste caso, os pacotes sem prioridade ficam aguardando a sua vez para serem transmitidos, enquanto os prioritários utilizam toda a banda ou uma parte predefinida dela. As outras aplicações ou pacotes, ou aguardam a sua vez, ou recebem uma porcentagem menor da banda. Assim, se um usuário da rede tentar fazer um download ao mesmo tempo em que outro estiver fazendo uma conexão de voz na mesma rede, o QoS dará preferência para a ligação de voz.
Prós e contras
A utilização de voz em redes sem fio é realmente importante pelos benefícios que oferece, seja pela comodidade que traz ao usuário, seja por causa da redução de custos com telecomunicações que possibilita.
A transmissão de voz está sujeita aos mesmos problemas de segurança que uma rede sem fio oferece para a transmissão de dados, estando susceptível aos mesmos tipos de ataques, ou seja, se não for corretamente protegida, a voz (digitalizada sob a forma de pacotes) pode ser igualmente capturada, permitindo aos intrusos a utilização indevida das informações. Essa preocupação com a transmissão de voz é tão importante em termos de segurança como em termos da transmissão de qualquer outro tipo de informação sobre o mesmo ambiente.
Por fim, além dos habituais cuidados com o acesso à informação em uma infra-estrutura sem fio, com a voz temos uma preocupação adicional: os problemas ocasionados pela introdução de atrasos nos pacotes de voz, que podem reduzir a qualidade percebida em termos de conversação e até interromper a própria comunicação.
A possibilidade da utilização de tecnologias de voz em redes sem fio, por exemplo, torna-se cada vez mais um argumento forte para impulsionar o mercado das redes de computadores e, de quebra, torna-se uma preocupação a mais para os profissionais incumbidos pela administração dos recursos da rede.
A voz como informação
A transmissão de voz em redes sem fio pode não ser uma coisa nova em termos tecnológicos, mas, sem dúvida, é algo novo em termos de serviço. Até pouco tempo atrás limitado às redes tradicionais de telefonia, o serviço de transmissão de voz vem se tornando uma solução viável no ambiente das redes sem fio das empresas e mesmo nas residências.
Para que a voz seja transmitida através de uma rede de computadores, ela deve ser transformada para o formato digital (bits) e enviada na forma de pacotes. Logo passa a ser vista como "informação" e não mais como "voz". Esse conceito, adaptado à realidade das redes sem fio, herda todas as vantagens e problemas que qualquer transmissão de dados teria, uma vez que não existe qualquer distinção entre ambos os tráfegos (pacotes de voz ou de dados).
Quando essa técnica de transmissão é introduzida sobre uma solução sem fio, os aspectos tecnológicos observados são basicamente os mesmos que já existem para a rede antes destinada ao tráfego exclusivo de dados, uma vez que, na prática, o que estamos implementando é o transporte da voz (no formato digital) utilizando um protocolo específico (neste caso, o protocolo IP) e apresentando os mesmos mecanismos e funcionalidades quando são transportados apenas dados.
Exposição e ameaças
"À medida que a utilização de voz cresce em uma rede, também crescerá a exposição dessa rede às ameaças de segurança". Por se tratar de uma tecnologia que utiliza a infra-estrutura de uma rede sem fio, é natural pressupor que esta afirmativa seja fundamentada e que o tráfego de voz implique realmente em novos riscos quando abordamos os aspectos de segurança para uma rede de computadores.
Todavia, devemos observar que, se uma rede sem fio segue regras de segurança eficientes para a transmissão das informações, o tráfego de dados é seguro e o de voz também o será, pois, como os canais de comunicação são os mesmos, a voz herda a segurança que a rede sem fio oferece para os dados. Entretanto, se a rede sem fio não oferece nenhum meio de proteção para a informação digital, as transmissões de sinais de voz também não terão qualquer tipo de segurança.
Por exemplo, no caso dos hotspots que oferecem acesso sem fio à internet livremente e sem oferecer qualquer nível de segurança, tanto dados quanto voz estarão sujeitos aos vários tipos de riscos e ataques encontrados nesse ambiente inseguro. Cabe ao usuário do serviço providenciar garantias quanto à privacidade de suas comunicações, estabelecendo políticas de acesso capazes de oferecer segurança para a informação que deseja transmitir.
Na verdade, a união entre voz e redes sem fio não traz ameaças novas ou que não possam ser combatidas com políticas de segurança eficientes, embora essa associação possa, certamente, aumentar os efeitos das vulnerabilidades da rede por várias razões.
Por exemplo, é comum um administrador de rede buscar formas alternativas de prover aos seus usuários funcionalidades de rede adicionais (telefonia, por exemplo). Neste aspecto, a segurança deve tornar-se um dos fatores e característica mais importante dos serviços disponibilizados, sendo que as funcionalidades oferecidas devem considerar a aplicação de políticas de segurança que sejam integradas e capazes de abranger a totalidade da rede.
Por esse motivo, é extremamente importante que as empresas adotem políticas de segurança adequadas para protegerem seus ativos de rede, tanto para a comunicação de dados, quanto para a comunicação de voz.
As formas disponíveis para reduzir os riscos na transmissão de voz em redes sem fio são as mesmas que se aplicam às redes antes destinadas ao tráfego exclusivo de dados, são elas: a autenticação por endereço MAC e a criptografia.
Tanto a autenticação por endereço MAC como algumas chaves de criptografia (WEP, por exemplo), são consideradas como de nível de segurança fraco, estando mais vulneráveis a ataques. Outras especificações mais recentes (série IEEE 802.1x, WPA e WPA2, por exemplo) são consideradas mais seguras, permitindo a autenticação e encriptação do tráfego de dados com maior eficiência.
Projetos de voz em WLAN
Os projetos que envolvem a transmissão de voz sobre redes locais sem fio – WLAN’s - devem buscar funcionalidades cujas principais preocupações devem girar em torno de implementações quanto à mobilidade, segurança e à qualidade de serviço oferecido. A autenticação dos usuários e dos dispositivos de rede, assim como a introdução de protocolos de criptografia mais evoluídos, torna-se igualmente uma necessidade que não pode ser relegada a um plano secundário.
Mobilidade
Em termos de mobilidade, é claramente uma vantagem essa integração entre voz e redes se fio, pois já temos uma infra-estrutura pronta e vamos tirar partido dessa mesma infra-estrutura. A preocupação adicional fica por conta do alcance, da forma de cobertura e da forma de proteção do sistema de rádio escolhido.
Segurança
Ao nível da segurança, os vários mecanismos disponíveis nos dispositivos sem fio devem ser estendidos aos demais dispositivos associados com a transmissão de voz. É fundamental que os administradores da rede se lembrem que é importante (e necessário) configurar as funcionalidades de segurança (tais como criptografia e firewall) para proteger a rede de possíveis ataques.
A segurança deve partir de uma filosofia centrada na necessidade de implementar políticas de acesso aos principais recursos da rede com o objetivo de deter os ataques antes que estes afetem os servidores ou outros dispositivos. Por exemplo, temos freewares e sharewares cujo tráfego de pacotes ou a transferência de arquivos não é detectada pelo tradicional firewall. Usar um aplicativo destes como solução corporativa caracteriza-se, seguramente, como uma falha na segurança.
Sempre é bom lembrar também que os pacotes de voz pode ser um alvo de ataques de spam, DoS, spoofing e phishing, resultando em danos graves como perda de confidencialidade, indisponibilidade dos serviços de comunicação, entre outros.
A utilização de sistemas modulares que permitam lidar com problemas de segurança em qualquer ponto da rede (e não apenas nos pontos de acesso) pode oferecer um maior grau de segurança nesse caso. No entanto, devido à especificidade de algumas soluções e as novas tecnologias emergentes, as soluções devem se preocupar em trabalhar na segurança das redes sem fio, principalmente ao nível da intrusão. Uma vez garantido o nível de segurança no que diz respeito à infra-estrutura, as questões de segurança podem ser tratadas no nível de aplicação e não mais em relação ao meio utilizado.
Qualidade de Serviço
A voz é um tipo de serviço em tempo real que não admite latência na rede, ou seja, o tempo de envio do pacote de voz é o ponto chave para a transmissão em redes onde trafegam pacotes de dados. Os pacotes de voz, ao contrário da maioria dos pacotes de dados, necessitam de uma rede estável que ofereça baixa latência e um mínimo atraso (delay), ou seja, necessitam de redes que ofereçam uma Qualidade de Serviço - QoS (Quality of Service).
É através do QoS que os fluxos de dados das aplicações podem ser categorizados em classes de serviço e assim passam a receber um tratamento diferenciado, de acordo com a importância de cada pacote. Este tratamento se dá normalmente por mecanismos de controle e de priorização de fluxo. Por exemplo, temos a seguinte situação: uma rede com link de Internet, por onde trafegam vários pacotes de diferentes serviços como: FTP, HTTP, SMTP, etc. Uma estação de trabalho conectada nesta rede consome uma determinada banda de transmissão para enviar e receber informações. Se houver uma conexão de voz ativa nesta mesma máquina, a banda consumida tende a aumentar mesmo que seja usado algum tipo de compressão para os dados.
Se, nesta mesma rede, passamos a ter outras máquinas realizando as mesmas funcionalidades da primeira, mas realizando ainda downloads ou uploads de arquivos de forma simultânea, nesta condição teríamos a possibilidade de um link saturado, com a toda a banda praticamente consumida e, neste caso, a conexão de voz seria certamente prejudicada porque não haveria prioridade para os pacotes de voz.
Isso acontece porque os pacotes de voz precisam sair em tempo real e sem atraso (ou com o mínimo de atraso possível), mas se a rede não oferece uma forma de priorizar os pacotes de voz, simplesmente qualquer pacote que chegar primeiro terá a preferência para ser transmitido. Assim, os pacotes de voz esperariam outros pacotes que estivessem na sua frente disputando a banda disponível e teriam sua saída retardada.
O que se faz na prática é colocar todos os pacotes de voz na frente dos outros pacotes ou disponibilizar uma quantidade específica de banda para que esses pacotes tenham prioridade de transmissão na rede. Neste caso, os pacotes sem prioridade ficam aguardando a sua vez para serem transmitidos, enquanto os prioritários utilizam toda a banda ou uma parte predefinida dela. As outras aplicações ou pacotes, ou aguardam a sua vez, ou recebem uma porcentagem menor da banda. Assim, se um usuário da rede tentar fazer um download ao mesmo tempo em que outro estiver fazendo uma conexão de voz na mesma rede, o QoS dará preferência para a ligação de voz.
Prós e contras
A utilização de voz em redes sem fio é realmente importante pelos benefícios que oferece, seja pela comodidade que traz ao usuário, seja por causa da redução de custos com telecomunicações que possibilita.
A transmissão de voz está sujeita aos mesmos problemas de segurança que uma rede sem fio oferece para a transmissão de dados, estando susceptível aos mesmos tipos de ataques, ou seja, se não for corretamente protegida, a voz (digitalizada sob a forma de pacotes) pode ser igualmente capturada, permitindo aos intrusos a utilização indevida das informações. Essa preocupação com a transmissão de voz é tão importante em termos de segurança como em termos da transmissão de qualquer outro tipo de informação sobre o mesmo ambiente.
Por fim, além dos habituais cuidados com o acesso à informação em uma infra-estrutura sem fio, com a voz temos uma preocupação adicional: os problemas ocasionados pela introdução de atrasos nos pacotes de voz, que podem reduzir a qualidade percebida em termos de conversação e até interromper a própria comunicação.
Switches em Redes Locais
As camadas de enlace e de rede do modelo OSI estão se fundindo e está cada vez mais difícil distinguir entre dispositivos tradicionais de camada 2, como os switches e os dispositivos para camada 3, como os roteadores nas redes locais de computadores atuais.
Switches na camada de enlace
Essencialmente os switches usados em redes locais de computadores são pontes multiportas modificadas, que operam na camada de enlace de dados (modelo OSI) e que examinam e usam endereços da subcamada de controle de acesso ao meio (endereços MAC) para transmitir ou filtrar o tráfego e permitir a interconexão entre máquinas diretamente, ou seja, simulando uma conexão ponto a ponto.
Como operam na camada de enlace, os switches devem ser transparentes aos protocolos que operam em níveis mais altos. Isto significa que, independentemente do protocolo, eles transmitem ou descartam quadros independentemente do protocolo usado na rede.
Throughput
A tecnologia dos switches agrega avanços tecnológicos capazes aumentar o throughput (a vazão) da rede. Eles conseguem chavear com velocidade, disponibilizando uma banda maior para quem envia ou recebe um pacote de dados. Alguns fornecedores de switches incorporam funcionalidades de roteadores aos seus produtos de forma que eles possam examinar também as informações contidas nos cabeçalhos ao nível de rede (camada 3).
Um switch permite a troca de mensagens entre várias estações ao mesmo tempo e não apenas o compartilhamento de um meio para isso, como acontece com os hubs. Desta forma as estações da rede podem obter para si taxas efetivas de transmissão bem maiores do que as observadas em uma rede utilizando apenas hubs.
Tipos de switches
Existem dois tipos básicos de switches que podem ser usados em redes locais de computadores: os gerenciáveis e os não-gerenciáveis. Enquanto os switches não-gerenciáveis são dispositivos indicados para o uso em redes pequenas no lugar dos hubs, os switches gerenciáveis oferecem um conjunto de características avançadas com maiores funcionalidades, sendo imprescindíveis em redes de maior porte.
Cada porta de um switch recebe um endereço MAC específico, com caminhos fixos para os dados entre as portas do dispositivo. Um switch reconhece o endereço físico (endereço MAC) dos dispositivos a ele conectado para regular o fluxo de tráfego através da rede. Quando uma mensagem alcança um switch, o mesmo checa o endereço de destino no frame de dados e o compara com sua tabela de endereços. Se o endereço corresponder a um dos dispositivos conectados em uma de suas portas, ele retransmite a mensagem somente para aquela porta. Assim, a transmissão de dados em um switch é baseada em uma associação estática entre porta e endereço MAC.
Algumas características comuns aos switches incluem a comunicação full duplex e autonegociação. Outra característica é a auto MDI-MDIX ou autocrossing. Essa característica elimina a necessidade do uso de cabos cruzados (crossover) para interconectar os switches. Essa facilidade permite a uniformidade do cabeamento, permitindo o uso apenas de cabos diretos em toda a rede.
Os switches gerenciáveis permitem ainda aos administradores da rede determinar a velocidade de operação para uma porta específica, no sentido de otimizar a banda de passagem e o desempenho global da rede. Como uma rede de computadores normalmente sofre alterações ao longo do tempo, esse recurso se torna muito útil ao monitorar e verificar o status dos segmentos em tempo real.
Operação do switch
Um switch proporciona alta taxa de transferência com baixa latência (atraso que o dispositivo de rede introduz quando quadros de dados passam por ele). A latência é um ponto importante para aplicações sensíveis ao tempo, como as transmissões de voz e vídeo. Nesse sentido, existem duas formas de operação do switch para transmitir os pacotes na rede: Store and Forward switching e Cut-Through switching.
Na operação Store and Forward o switch armazena todo o pacote de nível 2, analisa o CRC, e envia o pacote ao outro segmento somente se tudo correu bem. Essa técnica é mais lenta devido ao tempo que leva para analisar o pacote recebido. Normalmente é necessário a fim de converter um pacote entre tipos diferentes de redes. Essa técnica também é obrigatória quando se utilizam switches de nível 3, pois os switches devem analisar o pacote para fazer funções de roteamento.
Na operação Cut-Through o switch envia o pacote ao outro segmento da rede assim que examina o endereço MAC de destino. Essa técnica é mais rápida, e o controle de erros é deixado para tratamento nas estações finais.
RMON e Espelhamento
Além do monitoramento, os switches gerenciáveis permitem outras formas para regular o fluxo de tráfego e otimizar a utilização de banda da rede. Com a utilização de RMON (Remote Monitoring) é possível monitorar o fluxo de tráfego específico em cada porta evitando possíveis gargalos na rede.
Uma outra forma para monitorar pacotes de dados específicos de uma porta é possível graças a uma característica encontrada em alguns switches gerenciáveis chamada de "port mirroring" ou espelhamento de porta. Essa característica permite espelhar o tráfego de uma determinada porta para outra sem interromper o fluxo de tráfego na porta original.
IGMP snooping
Outra característica que podemos encontrar nos switches gerenciáveis e que ajuda a eliminar o congestionamento de tráfego multicast em uma rede é o que chamamos de Internet Group Management Protocol ou IGMP snooping. Quando um switch recebe uma mensagem multicast, ele tipicamente distribui essa informação para todas suas portas.
Se o switch suporta IGMP snooping, o mesmo é capaz de determinar quais são os dispositivos conectados a ele que fazem parte do grupo multicast, ou seja, o switch direciona a informação para a porta específica e não haverá desperdício de banda com um tráfego de multicast desnecessário.
Gerenciamento de memória
Quando um switch recebe duas ou mais comunicações para um mesmo endereço MAC (mesma porta) a solução é manter um buffer interno para cada porta existente. Dessa forma é possível armazenar temporariamente o quadro até poder transmiti-lo.
A diferença entre os switches do mercado está na forma com que eles gerenciam essa memória disponível para cada porta. No caso de se ter várias comunicações para uma porta específica, pode acontecer do buffer dessa porta se esgotar, fazendo com que sejam perdidas informações (mesmo que os buffers das outras portas estejam livres). A solução adotada neste caso por alguns fabricantes é utilizar uma gerência para a memória.
Switches na camada de enlace
Essencialmente os switches usados em redes locais de computadores são pontes multiportas modificadas, que operam na camada de enlace de dados (modelo OSI) e que examinam e usam endereços da subcamada de controle de acesso ao meio (endereços MAC) para transmitir ou filtrar o tráfego e permitir a interconexão entre máquinas diretamente, ou seja, simulando uma conexão ponto a ponto.
Como operam na camada de enlace, os switches devem ser transparentes aos protocolos que operam em níveis mais altos. Isto significa que, independentemente do protocolo, eles transmitem ou descartam quadros independentemente do protocolo usado na rede.
Throughput
A tecnologia dos switches agrega avanços tecnológicos capazes aumentar o throughput (a vazão) da rede. Eles conseguem chavear com velocidade, disponibilizando uma banda maior para quem envia ou recebe um pacote de dados. Alguns fornecedores de switches incorporam funcionalidades de roteadores aos seus produtos de forma que eles possam examinar também as informações contidas nos cabeçalhos ao nível de rede (camada 3).
Um switch permite a troca de mensagens entre várias estações ao mesmo tempo e não apenas o compartilhamento de um meio para isso, como acontece com os hubs. Desta forma as estações da rede podem obter para si taxas efetivas de transmissão bem maiores do que as observadas em uma rede utilizando apenas hubs.
Tipos de switches
Existem dois tipos básicos de switches que podem ser usados em redes locais de computadores: os gerenciáveis e os não-gerenciáveis. Enquanto os switches não-gerenciáveis são dispositivos indicados para o uso em redes pequenas no lugar dos hubs, os switches gerenciáveis oferecem um conjunto de características avançadas com maiores funcionalidades, sendo imprescindíveis em redes de maior porte.
Cada porta de um switch recebe um endereço MAC específico, com caminhos fixos para os dados entre as portas do dispositivo. Um switch reconhece o endereço físico (endereço MAC) dos dispositivos a ele conectado para regular o fluxo de tráfego através da rede. Quando uma mensagem alcança um switch, o mesmo checa o endereço de destino no frame de dados e o compara com sua tabela de endereços. Se o endereço corresponder a um dos dispositivos conectados em uma de suas portas, ele retransmite a mensagem somente para aquela porta. Assim, a transmissão de dados em um switch é baseada em uma associação estática entre porta e endereço MAC.
Algumas características comuns aos switches incluem a comunicação full duplex e autonegociação. Outra característica é a auto MDI-MDIX ou autocrossing. Essa característica elimina a necessidade do uso de cabos cruzados (crossover) para interconectar os switches. Essa facilidade permite a uniformidade do cabeamento, permitindo o uso apenas de cabos diretos em toda a rede.
Os switches gerenciáveis permitem ainda aos administradores da rede determinar a velocidade de operação para uma porta específica, no sentido de otimizar a banda de passagem e o desempenho global da rede. Como uma rede de computadores normalmente sofre alterações ao longo do tempo, esse recurso se torna muito útil ao monitorar e verificar o status dos segmentos em tempo real.
Operação do switch
Um switch proporciona alta taxa de transferência com baixa latência (atraso que o dispositivo de rede introduz quando quadros de dados passam por ele). A latência é um ponto importante para aplicações sensíveis ao tempo, como as transmissões de voz e vídeo. Nesse sentido, existem duas formas de operação do switch para transmitir os pacotes na rede: Store and Forward switching e Cut-Through switching.
Na operação Store and Forward o switch armazena todo o pacote de nível 2, analisa o CRC, e envia o pacote ao outro segmento somente se tudo correu bem. Essa técnica é mais lenta devido ao tempo que leva para analisar o pacote recebido. Normalmente é necessário a fim de converter um pacote entre tipos diferentes de redes. Essa técnica também é obrigatória quando se utilizam switches de nível 3, pois os switches devem analisar o pacote para fazer funções de roteamento.
Na operação Cut-Through o switch envia o pacote ao outro segmento da rede assim que examina o endereço MAC de destino. Essa técnica é mais rápida, e o controle de erros é deixado para tratamento nas estações finais.
RMON e Espelhamento
Além do monitoramento, os switches gerenciáveis permitem outras formas para regular o fluxo de tráfego e otimizar a utilização de banda da rede. Com a utilização de RMON (Remote Monitoring) é possível monitorar o fluxo de tráfego específico em cada porta evitando possíveis gargalos na rede.
Uma outra forma para monitorar pacotes de dados específicos de uma porta é possível graças a uma característica encontrada em alguns switches gerenciáveis chamada de "port mirroring" ou espelhamento de porta. Essa característica permite espelhar o tráfego de uma determinada porta para outra sem interromper o fluxo de tráfego na porta original.
IGMP snooping
Outra característica que podemos encontrar nos switches gerenciáveis e que ajuda a eliminar o congestionamento de tráfego multicast em uma rede é o que chamamos de Internet Group Management Protocol ou IGMP snooping. Quando um switch recebe uma mensagem multicast, ele tipicamente distribui essa informação para todas suas portas.
Se o switch suporta IGMP snooping, o mesmo é capaz de determinar quais são os dispositivos conectados a ele que fazem parte do grupo multicast, ou seja, o switch direciona a informação para a porta específica e não haverá desperdício de banda com um tráfego de multicast desnecessário.
Gerenciamento de memória
Quando um switch recebe duas ou mais comunicações para um mesmo endereço MAC (mesma porta) a solução é manter um buffer interno para cada porta existente. Dessa forma é possível armazenar temporariamente o quadro até poder transmiti-lo.
A diferença entre os switches do mercado está na forma com que eles gerenciam essa memória disponível para cada porta. No caso de se ter várias comunicações para uma porta específica, pode acontecer do buffer dessa porta se esgotar, fazendo com que sejam perdidas informações (mesmo que os buffers das outras portas estejam livres). A solução adotada neste caso por alguns fabricantes é utilizar uma gerência para a memória.
Criptografia Simétrica em Redes de Comutação de Pacotes
A criptografia simétrica pode ser usada nos sistemas computacionais para oferecer confidencialidade aos dados que trafegam pela rede de comunicação. Entretanto, antes de utilizar a técnica para transmitir mensagens por uma rede de comutação de pacotes, é preciso decidir o que criptografar e onde a função de criptografia deverá estar localizada. Neste caso, existem duas opções fundamentais: criptografia ao nível de enlace e criptografia de ponta a ponta.
No ambiente distribuído de uma rede de comunicação, os dispositivos que garantem a segurança das informações podem ser posicionados para dar suporte à criptografia na camada de enlace ou oferecer proteção ponta a ponta. Na criptografia da camada de enlace, o meio de comunicação é provido nas extremidades com dispositivos executando criptografia. Já na criptografia de ponta a ponta, o processo criptográfico é executado nos dois sistemas finais.
Criptografia de Enlace
Com a criptografia de enlace, que em termos do modelo de referência OSI (Open systems Interconnection) ocorre nas camadas física ou de enlace de dados (Data Link), cada segmento de comunicação vulnerável é equipado nas duas extremidades com um dispositivo de criptografia, de forma que todo o tráfego através dos enlaces de comunicação é protegido. Para isso, é imprescindível que todo o caminho, da origem até o destino, utilize a criptografia de enlace. Cada par de nós que utiliza um enlace de comunicação deve compartilhar uma única chave de criptografia, com uma chave diferente sendo usada em cada enlace.
A desvantagem do método é que a mensagem precisa ser decriptografada toda vez que passar por um dispositivo de rede, um switch, por exemplo, uma vez que este precisa ler o endereço no cabeçalho do pacote a fim de rotear o frame. Consequentemente, a mensagem fica vulnerável em cada switch.
Criptografia Ponta a Ponta
A criptografia de ponta a ponta normalmente é realizada na camada de rede do modelo OSI, estando associada ao protocolo correspondente (Frame Relay ou ATM, por exemplo), de modo que a parte dos dados do usuário é criptografada na estrutura do protocolo utilizado. Trata-se de um processo que é executado nos dois sistemas finais, onde um host ou terminal de origem criptografa os dados, que são transmitidos através do meio de comunicação, até o host ou terminal de destino. Como o destino compartilha uma chave de criptografia com a origem, ele é capaz de decriptografar os dados.
A desvantagem é que, apesar da criptografia de ponta a ponta proteger os dados do usuário, ela não protege o padrão de tráfego, pois os cabeçalhos dos pacotes são transmitidos através da rede de comutação sem serem criptografados.
No ambiente distribuído de uma rede de comunicação, os dispositivos que garantem a segurança das informações podem ser posicionados para dar suporte à criptografia na camada de enlace ou oferecer proteção ponta a ponta. Na criptografia da camada de enlace, o meio de comunicação é provido nas extremidades com dispositivos executando criptografia. Já na criptografia de ponta a ponta, o processo criptográfico é executado nos dois sistemas finais.
Criptografia de Enlace
Com a criptografia de enlace, que em termos do modelo de referência OSI (Open systems Interconnection) ocorre nas camadas física ou de enlace de dados (Data Link), cada segmento de comunicação vulnerável é equipado nas duas extremidades com um dispositivo de criptografia, de forma que todo o tráfego através dos enlaces de comunicação é protegido. Para isso, é imprescindível que todo o caminho, da origem até o destino, utilize a criptografia de enlace. Cada par de nós que utiliza um enlace de comunicação deve compartilhar uma única chave de criptografia, com uma chave diferente sendo usada em cada enlace.
A desvantagem do método é que a mensagem precisa ser decriptografada toda vez que passar por um dispositivo de rede, um switch, por exemplo, uma vez que este precisa ler o endereço no cabeçalho do pacote a fim de rotear o frame. Consequentemente, a mensagem fica vulnerável em cada switch.
Criptografia Ponta a Ponta
A criptografia de ponta a ponta normalmente é realizada na camada de rede do modelo OSI, estando associada ao protocolo correspondente (Frame Relay ou ATM, por exemplo), de modo que a parte dos dados do usuário é criptografada na estrutura do protocolo utilizado. Trata-se de um processo que é executado nos dois sistemas finais, onde um host ou terminal de origem criptografa os dados, que são transmitidos através do meio de comunicação, até o host ou terminal de destino. Como o destino compartilha uma chave de criptografia com a origem, ele é capaz de decriptografar os dados.
A desvantagem é que, apesar da criptografia de ponta a ponta proteger os dados do usuário, ela não protege o padrão de tráfego, pois os cabeçalhos dos pacotes são transmitidos através da rede de comutação sem serem criptografados.
Como Funciona o DNS Reverso
O DNS Reverso resolve um endereço IP para um nome de servidor – por exemplo, ele poderia resolver 200.176.3.142 para exemplo.hipotetico.com.br.
Para os seus domínios, o DNS direto (que resolve um nome de servidor para um endereço IP, como quando se resolve exemplo.hipotetico.com.br para 200.176.3.142) começa na instituição (registro.br, para domínios registrados no Brasil) onde você registrou os seus domínios.
Nesse registro, você deve dizer quais são os servidores de DNS que respondem pelos nomes no seu domínio, e o registro.br enviará essa informação para os root servers.
Então, qualquer um no mundo pode acessar os seus domínios, e você pode encaminhá-los para qualquer IP que você quiser.
Você tem total controle sobre os seus domínios, e pode encaminhar as pessoas para qualquer IP (tendo ou não controle sobre esses IPs, embora você não deva encaminhá-los para IPs que não são seus, sem permissão).
O DNS reverso funciona de forma parecida. Para os seus IPs, o DNS reverso (que resolve 200.176.3.145 de volta para exemplo.hipotetico.com.br) começa no seu provedor de acesso ou de meio físico (ou com quem quer que lhe diga qual é o seu endereço IP). Você deve dizer-lhe quais servidores de DNS que respondem pelos apontamentos de DNS reverso para os seus IPs (ou, eles podem configurar esses apontamentos em seus próprios servidores de DNS), e o seu provedor passará esta informação adiante quando os servidores de DNS deles forem consultados sobre os seus apontamentos de DNS reverso. Então, qualquer um no mundo pode consultar os apontamentos de DNS reverso dos seus IPs, e você pode responder com qualquer nome que quiser (tendo ou não controle sobre os domínios desses nomes, embora você não deva apontá-los para nomes que não são dos seus domínios, sem permissão).
Então, tanto para DNS direto quanto para DNS reverso, há dois passos: [1] Você precisa de servidores de DNS, e [2] Você precisa informar a entidade correta (o registro.br para consultas de DNS direto, ou o seu provedor para consultas de DNS reverso) quais são os seus servidores de DNS. Sem o passo 2, ninguém vai conseguir alcançar os seus servidores de DNS.
Se você pôde compreender os parágrafos acima (o que pode levar algum tempo), você entenderá o maior problema que as pessoas têm com apontamentos de DNS reverso. O maior problema que as pessoas têm é que elas possuem servidores de DNS que funcionam perfeitamente para seus domínios (DNS direto), elas então incluem apontamentos de DNS reverso nesses servidores e o DNS reverso não funciona. Se você entendeu os parágrafos acima, você já percebeu o problema: Se o seu provedor não sabe que você tem servidores de DNS para responder pelo DNS reverso dos seus IPs, ele não vai propagar essa informação para os root servers, e ninguém vai nem mesmo chegar aos seus servidores de DNS para consultar o DNS reverso.
Conceitos Básicos:
O DNS reverso resolve 200.176.3.142 para exemplo.hipotetico.com.br (um endereço IP para um nome de servidor).
O caminho de uma consulta típica de DNS reverso: Resolver de DNS ? root servers ? LACNIC (Orgão que distribui endereços IP na América Latina e Caribe) ? registro.br (responsável pela distribuição de IPs no Brasil) ? Provedor de acesso ou de meio físico ? Servidores de DNS do usuário do IP.
Quem quer que proveja os seus endereços IP (normalmente o seu provedor) DEVE ou [1] configurar seus apontamentos de DNS reverso nos servidores deles, ou [2] “delegar a autoridade” dos seus apontamentos de DNS reverso para os seus servidores de DNS.
Apontamentos de DNS reverso são feitos com nomes que são o endereço IP invertido com um “.in-addr.arpa” adicionado no final – por exemplo, “142.3.176.200.in-addr.arpa”.
Apontamentos de DNS reverso são configurados com registros PTR (enquanto que no DNS direto usa-se registros A), feitos dessa forma: “142.3.176.200.in-addr.arpa. PTR exemplo.hipotetico.com.br.” (enquanto que no DNS diretos, seriam assim: “exemplo.hipotetico.com.br. A 200.176.3.142").
Todos os servidores na Internet devem ter um apontamento de DNS reverso (veja RFC 1912, seção 2.1).
Servidores de correio eletrônico sem DNS reverso terão dificuldades para entregar e-mails para alguns grandes provedores.
Um Mito Muito Comum:
Mito: Se você tem um apontamento de DNS reverso registrado no seu servidor de DNS, seu DNS reverso está corretamente configurado.
Fato: Isso geralmente não é o caso. Você precisa de DUAS coisas para ter um DNS corretamente configurado:
Seus servidores de DNS (ou os do seu provedor) DEVEM ter os apontamentos de DNS reverso configurados (“142.3.176.200.in-addr.arpa. PTR exemplo.hipotetico.com.br.”).
E seu provedor de acesso ou de meio físico DEVEM configurar o DNS reverso no lado deles, de forma que os resolvers de DNS por todo o mundo saibam que os seus servidores de DNS são os que devem ser consultados quando quiserem resolver o DNS reverso dos seus endereços IP.
Como uma consulta de DNS reverso é efetuada:
O resolver de DNS inverte o IP e adiciona “.in-addr.arpa” no final, transformando 200.176.3.142 em 142.3.176.200.in-addr.arpa.
O resolver de DNS então consulta o registro PTR para 142.3.176.200.in-addr.arpa.
O resolver de DNS pergunta aos root servers pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os root servers encaminham O resolver de DNS para os servidores de DNS encarregados da faixa “Classe A” (200.in-addr.arpa, que cobre todos os IPs que começam com 200).
Em quase todos os casos, os root servers irão encaminhar o resolver de DNS para um “RIR” (“Registro de Internet Regional”). Estas são as organizações que distribuem os IPs. Usualmente, LACNIC controla os IPs da América Latina e Caribe, ARIN controla os IPs da América do Norte, APNIC controla os IPs da Ásia e do Pacífico, e RIPE Controla os IPs da Europa.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS do “RIR” indicado pelos root servers pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Dependendo do “RIR”, a resposta pode ser um encaminhamento direto para a entidade que recebeu o range de IPs (como faz a ARIN), ou como no nosso caso, um encaminhamento para uma organização nacional que controla os IPs no país dentro da região de abrangência do “RIR”. Por exemplo, a LACNIC responderia que os servidores de DNS encarregados da faixa “Classe B” (176.200.in-addr.arpa) são os do registro.br, que controla a distribuição de IPs no Brasil.
Nesse segundo caso, o resolver de DNS irá perguntar agora para os servidores do registro.br pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os servidores de DNS do registro.br vão encaminhar o resolver de DNS para a entidade que recebeu o range de IPs. Estes são, normalmente os servidores de DNS do seu provedor de acesso ou de meio físico.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS do provedor pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os servidores de DNS do provedor vão encaminhar o resolver de DNS para os servidores de DNS da organização que de fato está usando o IP.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS da organização pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Finalmente, os servidores de DNS da organização irão responder com “exemplo.hipotetico.com.br”.
Para os seus domínios, o DNS direto (que resolve um nome de servidor para um endereço IP, como quando se resolve exemplo.hipotetico.com.br para 200.176.3.142) começa na instituição (registro.br, para domínios registrados no Brasil) onde você registrou os seus domínios.
Nesse registro, você deve dizer quais são os servidores de DNS que respondem pelos nomes no seu domínio, e o registro.br enviará essa informação para os root servers.
Então, qualquer um no mundo pode acessar os seus domínios, e você pode encaminhá-los para qualquer IP que você quiser.
Você tem total controle sobre os seus domínios, e pode encaminhar as pessoas para qualquer IP (tendo ou não controle sobre esses IPs, embora você não deva encaminhá-los para IPs que não são seus, sem permissão).
O DNS reverso funciona de forma parecida. Para os seus IPs, o DNS reverso (que resolve 200.176.3.145 de volta para exemplo.hipotetico.com.br) começa no seu provedor de acesso ou de meio físico (ou com quem quer que lhe diga qual é o seu endereço IP). Você deve dizer-lhe quais servidores de DNS que respondem pelos apontamentos de DNS reverso para os seus IPs (ou, eles podem configurar esses apontamentos em seus próprios servidores de DNS), e o seu provedor passará esta informação adiante quando os servidores de DNS deles forem consultados sobre os seus apontamentos de DNS reverso. Então, qualquer um no mundo pode consultar os apontamentos de DNS reverso dos seus IPs, e você pode responder com qualquer nome que quiser (tendo ou não controle sobre os domínios desses nomes, embora você não deva apontá-los para nomes que não são dos seus domínios, sem permissão).
Então, tanto para DNS direto quanto para DNS reverso, há dois passos: [1] Você precisa de servidores de DNS, e [2] Você precisa informar a entidade correta (o registro.br para consultas de DNS direto, ou o seu provedor para consultas de DNS reverso) quais são os seus servidores de DNS. Sem o passo 2, ninguém vai conseguir alcançar os seus servidores de DNS.
Se você pôde compreender os parágrafos acima (o que pode levar algum tempo), você entenderá o maior problema que as pessoas têm com apontamentos de DNS reverso. O maior problema que as pessoas têm é que elas possuem servidores de DNS que funcionam perfeitamente para seus domínios (DNS direto), elas então incluem apontamentos de DNS reverso nesses servidores e o DNS reverso não funciona. Se você entendeu os parágrafos acima, você já percebeu o problema: Se o seu provedor não sabe que você tem servidores de DNS para responder pelo DNS reverso dos seus IPs, ele não vai propagar essa informação para os root servers, e ninguém vai nem mesmo chegar aos seus servidores de DNS para consultar o DNS reverso.
Conceitos Básicos:
O DNS reverso resolve 200.176.3.142 para exemplo.hipotetico.com.br (um endereço IP para um nome de servidor).
O caminho de uma consulta típica de DNS reverso: Resolver de DNS ? root servers ? LACNIC (Orgão que distribui endereços IP na América Latina e Caribe) ? registro.br (responsável pela distribuição de IPs no Brasil) ? Provedor de acesso ou de meio físico ? Servidores de DNS do usuário do IP.
Quem quer que proveja os seus endereços IP (normalmente o seu provedor) DEVE ou [1] configurar seus apontamentos de DNS reverso nos servidores deles, ou [2] “delegar a autoridade” dos seus apontamentos de DNS reverso para os seus servidores de DNS.
Apontamentos de DNS reverso são feitos com nomes que são o endereço IP invertido com um “.in-addr.arpa” adicionado no final – por exemplo, “142.3.176.200.in-addr.arpa”.
Apontamentos de DNS reverso são configurados com registros PTR (enquanto que no DNS direto usa-se registros A), feitos dessa forma: “142.3.176.200.in-addr.arpa. PTR exemplo.hipotetico.com.br.” (enquanto que no DNS diretos, seriam assim: “exemplo.hipotetico.com.br. A 200.176.3.142").
Todos os servidores na Internet devem ter um apontamento de DNS reverso (veja RFC 1912, seção 2.1).
Servidores de correio eletrônico sem DNS reverso terão dificuldades para entregar e-mails para alguns grandes provedores.
Um Mito Muito Comum:
Mito: Se você tem um apontamento de DNS reverso registrado no seu servidor de DNS, seu DNS reverso está corretamente configurado.
Fato: Isso geralmente não é o caso. Você precisa de DUAS coisas para ter um DNS corretamente configurado:
Seus servidores de DNS (ou os do seu provedor) DEVEM ter os apontamentos de DNS reverso configurados (“142.3.176.200.in-addr.arpa. PTR exemplo.hipotetico.com.br.”).
E seu provedor de acesso ou de meio físico DEVEM configurar o DNS reverso no lado deles, de forma que os resolvers de DNS por todo o mundo saibam que os seus servidores de DNS são os que devem ser consultados quando quiserem resolver o DNS reverso dos seus endereços IP.
Como uma consulta de DNS reverso é efetuada:
O resolver de DNS inverte o IP e adiciona “.in-addr.arpa” no final, transformando 200.176.3.142 em 142.3.176.200.in-addr.arpa.
O resolver de DNS então consulta o registro PTR para 142.3.176.200.in-addr.arpa.
O resolver de DNS pergunta aos root servers pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os root servers encaminham O resolver de DNS para os servidores de DNS encarregados da faixa “Classe A” (200.in-addr.arpa, que cobre todos os IPs que começam com 200).
Em quase todos os casos, os root servers irão encaminhar o resolver de DNS para um “RIR” (“Registro de Internet Regional”). Estas são as organizações que distribuem os IPs. Usualmente, LACNIC controla os IPs da América Latina e Caribe, ARIN controla os IPs da América do Norte, APNIC controla os IPs da Ásia e do Pacífico, e RIPE Controla os IPs da Europa.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS do “RIR” indicado pelos root servers pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Dependendo do “RIR”, a resposta pode ser um encaminhamento direto para a entidade que recebeu o range de IPs (como faz a ARIN), ou como no nosso caso, um encaminhamento para uma organização nacional que controla os IPs no país dentro da região de abrangência do “RIR”. Por exemplo, a LACNIC responderia que os servidores de DNS encarregados da faixa “Classe B” (176.200.in-addr.arpa) são os do registro.br, que controla a distribuição de IPs no Brasil.
Nesse segundo caso, o resolver de DNS irá perguntar agora para os servidores do registro.br pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os servidores de DNS do registro.br vão encaminhar o resolver de DNS para a entidade que recebeu o range de IPs. Estes são, normalmente os servidores de DNS do seu provedor de acesso ou de meio físico.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS do provedor pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Os servidores de DNS do provedor vão encaminhar o resolver de DNS para os servidores de DNS da organização que de fato está usando o IP.
O resolver de DNS irá perguntar aos servidores de DNS da organização pelo registro PTR do 142.3.176.200.in-addr.arpa.
Finalmente, os servidores de DNS da organização irão responder com “exemplo.hipotetico.com.br”.
Rede sem fios
Rede sem fios (também chamada rede wireless) refere-se a um agrupamento de computadores (e outros dispositivos) em rede, interligados sem o uso de cabos mas sim através de ondas de rádio ou outras formas de ondas eletromagnéticas.
Classificação das redes sem fios
WPAN
Wireless Personal Area Network ou rede pessoal sem fio. Normalmente utilizada para interligar dispositivos eletrônicos fisicamente próximos, os quais não se quer que sejam detectados a distância. Este tipo de rede é ideal para eliminar os cabos usualmente utilizados para interligar teclados, impressoras, telefones móveis, agendas eletrônicas, computadores de mão, câmeras fotográficas digitais, mouses e outros. Nos equipamentos mais recentes é utilizado o padrão Bluetooth para estabelecer esta comunicação, mas também é empregado raio infravermelho (semelhante ao utilizado nos controles remotos de televisores).
WLAN
Wireless Local Area Network.
WMAN
Wireless Metropolitan Area Network ou Rede de área metropolitana sem fio.
WWAN
Wireless Wide Area Network.
Padrões e tecnologias
IrDA
Infrared_Data_Association
ZigBee
ZigBee (IEEE 802.15.4).
Bluetooth
Bluetooth é uma tecnologia para a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos a curtas distâncias. Bluetooth (IEEE 802.15.1).
RONJA
Ronja é uma tecnologia livre e aberta para a comunicação sem fio ponto-a-ponto por meio de luz do espectro visível ou infravermelho através do ar.
Wi-Fi
Wi-Fi (IEEE 802.11).
WiMAX
WiMAX (IEEE 802.16).
Mesh
Redes Mesh (IEEE 802.11s).
Classificação das redes sem fios
WPAN
Wireless Personal Area Network ou rede pessoal sem fio. Normalmente utilizada para interligar dispositivos eletrônicos fisicamente próximos, os quais não se quer que sejam detectados a distância. Este tipo de rede é ideal para eliminar os cabos usualmente utilizados para interligar teclados, impressoras, telefones móveis, agendas eletrônicas, computadores de mão, câmeras fotográficas digitais, mouses e outros. Nos equipamentos mais recentes é utilizado o padrão Bluetooth para estabelecer esta comunicação, mas também é empregado raio infravermelho (semelhante ao utilizado nos controles remotos de televisores).
WLAN
Wireless Local Area Network.
WMAN
Wireless Metropolitan Area Network ou Rede de área metropolitana sem fio.
WWAN
Wireless Wide Area Network.
Padrões e tecnologias
IrDA
Infrared_Data_Association
ZigBee
ZigBee (IEEE 802.15.4).
Bluetooth
Bluetooth é uma tecnologia para a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos a curtas distâncias. Bluetooth (IEEE 802.15.1).
RONJA
Ronja é uma tecnologia livre e aberta para a comunicação sem fio ponto-a-ponto por meio de luz do espectro visível ou infravermelho através do ar.
Wi-Fi
Wi-Fi (IEEE 802.11).
WiMAX
WiMAX (IEEE 802.16).
Mesh
Redes Mesh (IEEE 802.11s).
Rede Wireless
Como funcionam as Redes Wireless ( Redes sem Fio )
Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, as WLANs estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas eletromagnéticas.
Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras portadoras de freqüências diferentes.
Num ambiente típico, o dispositivo transceptor (transmissor/receptor) ou ponto de acesso (access point) é conectado a uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional, como também intermediam o tráfego com os pontos de acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming semelhante a um sistema de telefonia celular.
A topologia da rede é composta de que?
BSS (Basic Service Set) – Corresponde a uma célula de comunicação da rede sem fio.
STA (Wireless LAN Stations) – São os diversos clientes da rede.
AP (Access point) – É o nó que coordena a comunicação entre as STAs dentro da BSS. Funciona como uma ponte de comunicação entre a rede sem fio e a rede convencional.
DS (Distribution System) – Corresponde ao backbone da WLAN, realizando a comunicação entre os APs.
ESS (Extended Service Set) – Conjunto de células BSS cujos APs estão conectados a uma mesma rede convencional. Nestas condições uma STA pode se movimentar de uma célula BSS para outra permanecendo conectada à rede. Este processo é denominado de roaming.
Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, as WLANs estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas eletromagnéticas.
Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras portadoras de freqüências diferentes.
Num ambiente típico, o dispositivo transceptor (transmissor/receptor) ou ponto de acesso (access point) é conectado a uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional, como também intermediam o tráfego com os pontos de acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming semelhante a um sistema de telefonia celular.
A topologia da rede é composta de que?
BSS (Basic Service Set) – Corresponde a uma célula de comunicação da rede sem fio.
STA (Wireless LAN Stations) – São os diversos clientes da rede.
AP (Access point) – É o nó que coordena a comunicação entre as STAs dentro da BSS. Funciona como uma ponte de comunicação entre a rede sem fio e a rede convencional.
DS (Distribution System) – Corresponde ao backbone da WLAN, realizando a comunicação entre os APs.
ESS (Extended Service Set) – Conjunto de células BSS cujos APs estão conectados a uma mesma rede convencional. Nestas condições uma STA pode se movimentar de uma célula BSS para outra permanecendo conectada à rede. Este processo é denominado de roaming.
Cabo de par trançado (Camada 1)
O cabeamento por par trançado (Twisted pair) é um tipo de cabo que tem um feixe de dois fios no qual eles são entrançados um ao redor do outro para cancelar as interferências eletromagnéticas de fontes externas e interferências mútuas (linha cruzada ou, em inglês, crosstalk) entre cabos vizinhos. A taxa de giro (normalmente definida em termos de giros por metro) é parte da especificação de certo tipo de cabo. Quanto maior o número de giros, mais o ruído é cancelado. Foi um sistema originalmente produzido para transmissão telefônica analógica que utilizou o sistema de transmissão por par de fios aproveita-se esta tecnologia que já é tradicional por causa do seu tempo de uso e do grande número de linhas instaladas.
Nos anos 90 era muito comum encontrar rede de computadores usando cabo coaxial de 50 Ohms. Isso se dava pelo fato de ser uma rede mais fácil de ser instalada pois o cabo era parecido com o cabo de antena de televisão e poderia ser instalado em qualquer local sem problemas com interferências. Com o avanço das redes de computadores, aumentando sua taxa de transferência, o cabo coaxial começou a ser substituído pelo cabo par trançado. As principais vantagens de uso do cabo par trançado são: uma maior taxa de transferência de arquivos, baixo custo do cabo e baixo custo de manutenção de rede.
As taxas usadas nas redes com o cabo par trançado são:
•10 Mbps (Ethernet);
•100 Mbps (Fast Ethernet); ou
•1000 Mbps (Gigabit Ethernet).
Os cabos par trançado são muito comuns em equipamentos para internet banda larga como ADSL E CATV para ligar a placa de rede nos Hubs, Switch ou Roteador. Este equipamentos geralmente são instalados em redes domésticas através do cabo UTP Categoria 5.
Taxa de transmissão
A qualidade da linha de transmissão que utiliza o par de fios depende, basicamente, da qualidade dos condutores empregados, bitola dos fios (quanto maior a bitola, menor a resistência ôhmica por quilômetro), técnicas usadas para a transmissão dos dados através da linha e proteção dos componentes da linha para evitar a indução nos condutores.A indução ocorre devido a alguma interferência elétrica externa ocasionada por centelhamentos, harmônicos, osciladores, motores ou geradores elétricos, mau contato ou contato acidental com outras linhas de transmissão que não estejam isoladas corretamente ou até mesmo tempestades elétricas ou proximidades com linhas de alta tensão.
Tipos de Cabo Par Trançado
Existem três tipos de cabos Par trançado:
•Unshielded Twisted Pair – UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes industriais devido ao fácil manuseio, instalação, permitindo taxas de transmissão de até 100 Mbps com a utilização do cabo CAT 5e; é o mais barato para distâncias de até 100 metros; Para distâncias maiores emprega-se cabos de fibra óptica. Sua estrutura é de quatro pares de fios entrelaçados e revestidos por uma capa de PVC. Pela falta de blindagem este tipo de cabo não é recomendado ser instalado próximo a equipamentos que possam gerar campos magnéticos (fios de rede elétrica, motores, inversores de frequencia) e também não podem ficar em ambientes com umidade.
•Shield Twisted Pair – STP ou Par Trançado Blindado (cabo com blindagem): É semelhante ao UTP. A diferença é que possui uma blindagem feita com a malha metálica. É recomendado para ambientes com interferência eletromagnética acentuada. Por causa de sua blindagem possui um custo mais elevado. Caso o ambiente possua umidade, grande interferência eletromagnética, distâncias acima de 100 metros ou seja exposto ao sol ainda é aconselhavel o uso de cabos de fibra ótica.
•Screened Twisted Pair – ScTP também referenciado como FTP (Foil Twisted Pair), os cabos são cobertos pelo mesmo composto do UTP categoria 5 Plenum, para este tipo de cabo, no entanto, uma película de metal é enrolada sobre cada par trançado,melhorando a resposta ao EMI, embora exija maiores cuidados quanto ao aterramento para garantir eficácia frente às interferências.
Categoria
Os cabos UTP foram padronizados pelas normas da EIA/TIA-568-B e são divididos em 8 categorias, levando em conta o nível de segurança e a bitola do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores, veja abaixo um resumo simplificado dos cabos UTP.
•Categoria do cabo 1 (CAT1): Consiste em um cabo blindado com dois pares trançados compostos por fios 26 AWG. São utilizados por equipamentos de telecomunicação e rádio. Foi usado nas primeiras redes Token-ring mas não é aconselhável para uma rede par trançado.(CAT1 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 2 (CAT2): É formado por pares de fios blindados (para voz) e pares de fios não blindados (para dados). Também foi projetado para antigas redes token ring E ARCnet chegando a velocidade de 4 Mbps.
(CAT2 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 3 (CAT3): É um cabo não blindado (UTP) usado para dados de até 10Mbits com a capacidade de banda de até 16 MHz. Foi muito usado nas redes Ethernet criadas nos anos noventa (10BASET). Ele ainda pode ser usado para VOIP, rede de telefonia e redes de comunicação 10BASET e 100BASET4.
(CAT3 é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria do cabo 4 (CAT4): É um cabo par trançado não blindado (UTP) que pode ser utilizado para transmitir dados a uma frequência de até 20 MHz e dados a 20 Mbps. Foi usado em redes que podem atuar com taxa de transmissão de até 20Mbps como token ring, 10BASET e 100BASET4. Não é mais utilizado pois foi substituido pelos cabos CAT5 e CAT5e.
(CAT4 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 5 (CAT5): usado em redes fast ethernet em frequências de até 100 MHz com uma taxa de 100 Mbps.(CAT5 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 5e (CAT5e): é uma melhoria da categoria 5. Pode ser usado para frequências até 125 MHz em redes 1000BASE-T gigabit ethernet. Ela foi criada com a nova revisão da norma EIA/TIA-568-B.
(CAT5e é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria do cabo 6 (CAT6): definido pela norma ANSI EIA/TIA-568-B-2.1 possui bitola 24 AWG e banda passante de até 250 MHz e pode ser usado em redes gigabit ethernet a velocidade de 1.000 Mbps.
(CAT6 é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria 7 (CAT7): foi criado para permitir a criação de rede 10 gigabit Ethernet de 100m usando fio de cobre (apesar de atualmente esse tipo de rede esteja sendo usado pela rede CAT6).
Cores
As cores dos fios são:
•Laranja e Branco
•Laranja
•Verde e Branco
•Azul
•Azul e Branco
•Verde
•Castanho (ou Marrom) e Branco
•Castanho (ou Marrom)
É importante que a sequência de cores seja respeitada ao se montar um cabo. Caso contrário, pode haver perda parcial ou total de pacotes, principalmente em cabos de mais de 3 metros.
A norma EIA/TIA-568-B prevê duas montagens para os cabos, denominadas T568A e T568B. A montagem T568A usa a sequência branco e verde, verde, branco e laranja, azul, branco e azul, laranja, branco e castanho, castanho.
A montagem T568B usa a sequência branco e laranja, laranja, branco e verde, azul, branco e azul, verde, branco e castanho, castanho.
As duas montagens são totalmente equivalentes em termos de desempenho, cabendo ao montador escolher uma delas como padrão para sua instalação. É boa prática que todos os cabos dentro de uma instalação sigam o mesmo padrão de montagem.
Um cabo cujas duas pontas usam a mesma montagem é denominado Direto (cabo), e serve para ligar estações de trabalho e roteadores a switches ou hubs. Um cabo em que cada ponta é usado uma das montagens é denominado Crossover, e serve para ligar equipamentos do mesmo tipo entre si.
Obs: Existem cabos com diferentes representações destes códigos de cores.
•O fio com a cor branca pode ser a cor mais clara (verde-claro, azul-claro, laranja-claro, castanho-claro);
•Fio branco com uma lista de cor;
•Fio completamente branco. Neste caso é necessário ter atenção aos cabos que estão entrelaçados;
•Fio dourado representando o fio “branco e castanho”.
Existem também limites de comprimentos para esse tipo de cabo. Quando o cabo é usado para transmissão de dados em Ethernet, Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet, o limite para o enlace (distância entre os equipamentos nas duas pontas do cabo) é de no máximo 100 metros. Caso seja necessário interligar equipamentos a distâncias maiores, é preciso usar repetidores, ou instalar uma ponte de rede ou switch no meio do caminho, de forma que cada enlace tenha no máximo 100 metros.
A norma EIA/TIA-568-B prevê ainda que os cabos UTP sejam divididos em “sólidos” (os condutores são formados de um único filamento) e “flexíveis”. O cabo “sólido” deve ser usado para instalações estáticas, onde não há movimentação do cabo. O cabo “flexível” deve ser usado para as pontas da instalação, onde há movimentações constantes do cabo. Como o cabo “flexível” tem características elétricas diferentes das do cabo “sólido”, há a recomendação de que seja usado no máximo 10 metros de cabo flexível num enlace. Caso seja necessário usar cabos flexíveis numa distância maior, o tamanho do enlace deve ser diminuído proporcionalmente, para evitar perda de sinal (p.ex., com 20 metros de cabo flexível, o tamanho máximo do enlace desce para 90 metros).
Outras aplicações que não a transmissão de dados em Ethernet, Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet podem ter limites diferentes para o tamanho máximo do cabo
Crossover
Ligação Crossover
Dois conectores T568B/T568A
Um cabo crossover, é um cabo de rede par trançado que permite a ligação de 2 (dois) computadores pelas respectivas placas de rede sem a necessidade de um concentrador (Hub ou Switch) ou a ligação de modems.
A alteração dos padrões das pinagens dos conectores RJ45 dos cabos torna possível a configuração de cabo crossover.
A ligação é feita com um cabo de par trançado onde tem-se: em uma ponta o padrão T568A, e, em outra, o padrão T568B (utilizado também com modems ADSL).
1ª e 2ª pontas
(da esquerda para a direita)
•Padrão T568B:
◦branco laranja (Recepção)
◦laranja (Recepção)
◦branco verde (Transmissão)
◦azul
◦branco azul
◦verde (Transmissão)
◦branco marrom
◦marrom
pino função cor
•Padrão T568A:
◦branco verde (transmissão)
◦verde (transmissão)
◦branco laranja (Recepção)
◦azul
◦branco azul
◦laranja (Recepção)
◦branco marrom
◦marrom
Obs.: As informações sobre transmissão e recepção são baseados nos padrões 10BASET (Ethernet) e 100BASETX (Fast Ethernet. O padrão 100BASET4, usado em algumas redes Fast Ethernet usa os 4 pares de fios. A rede 1000BASET também usa os 4 pares do cabo CAT5E.
Montagem do Cabo de Rede de Par Trançado CAT3/CAT4/CAT5 ou CAT5e
Alicate de crimpar
Notem que as pontas dos fios devem ficar totalmente dentro do conector RJ45
Conector RJ-45 não crimpado1.Corta-se o cabo de conexão horizontal (para ligar da tomada para o computador) no comprimento desejado (geralmente o cabo deve ter 1,5m).
2.Em cada ponta, com a lamina do alicate crimpador retira-se a capa de isolamento azul com um comprimento aproximado de 2 cm.
3.Prepare os oitos pequenos fios para serem inseridos dentro do conector RJ45, obedecendo a seqüência de cores desejada (T568A ou T568B.
4.Após ajustar os fios na posição corta-se as pontas dos mesmos com um alicate ou com a lamina do próprio crimpador para que todos fiquem no mesmo alinhamento e sem rebarbas, para que não ofereçam dificuldades na inserção no conector RJ45.
5.Segure firmemente as pontas dos fios e os insira cuidadosamente dentro do conector observando que os fios fiquem bem posicionados.
6.Examine o cabo percebendo que as cabeças dos fios entraram totalmente no conector RJ45. Caso algum fio ainda não esteja alinhado refaça o item 4 para realinhar.
7.Inserir o conector já com os fios colocados dentro do alicate crimpador, e pressionar até o final.
8.Após a crimpagem dos dois lados, use um testador de cabos certificar que os 8 fios estão funcionando bem.
Notem que as pontas dos fios devem ficar totalmente dentro do conector RJ45
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Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer
July 5th, 2009 Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer
Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re- trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicavam na impossibilidade de comunicação entre sistemas diferentes, mesmo que os serviços providos por eles fossem equivalentes. Por exemplo, arquivos compartilhados em sistemas como o Kazaa, eMule e Gnutella ficam acessíveis exclusivamente dentro de suas próprias redes, levando usuários a manterem instalados em suas máquinas clientes para cada um dos sistemas de compartilhamento de arquivos que pretenda usar.
Com a popularização deste tipo de aplicação, surgiu um esforço em prover plataformas para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer, de tal maneira que estas possam comunicar-se entre si. Entre elas, destacam-se o JXTA, o Windows Peer-to-Peer Networking e o XNap.
O JXTA e o Windows Peer-to-Peer Networking são especificações de protocolos Peer-to-Peer e de uma API para utilização dos serviços, sendo o primeiro com implementações em Java e em C.
O XNap provê, além de uma API de serviços Peer-to-Peer, também um framework para desenvolvimento das aplicações em si, incluindo recursos de interface gráfica com o usuário. Um Framework Peer-to-Peer, portanto, vai além de uma plataforma para comunicação Peer-to-Peer, provendo serviços adicionais não necessariamente relacionados com a comunicação em si, mas indispensáveis para o desenvolvimento rápido de aplicações baseadas nesta arquitetura.
Outros exemplos de frameworks para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer são o Oog (Duke University), o Lancaster´s P2P Framework (University of Lancaster) e o COPPEER (UFRJ), sendo os dois últimos abstrações construídas sobre o JXTA.
Kademlia
Kademlia é conceito de rede altamente descentralizada baseada em “nós” de rede. Os próprios usuários constituem a estrutura da rede dispensando servidores. Várias redes utilizam o conceito Kademlia.
Overnet
A rede Overnet é uma espécie de eDonkey “paga”. É preciso comprar o programa da empresa que a desenvolveu. É uma variante do eDonkey totalmente descentralizada e mais rápida seguindo o conceito Kademlia e foi a primeira implementação da mesma.
Gnutella
Rede open-source surgida no final de 2000 utilizada inicialmente por usuários do sistema Linux. Possui uma estrutura altamente descentralizada não havendo mesmo nenhum servidor central sequer. Os usuários constituem a estrutura da própria rede. Entre os programas que a utilizam, estão o BearShare , LimeWire, Azureus e agora o Shareaza.
Gnutella 2
Segundo projeto da rede Gnutella mas agora com servidores centrais optimizando buscas e o desempenho geral da rede. É conhecida principalmente no programa Shareaza. Recebeu críticas quando foi criada pelos criadores da Gnutella original.
Kad Network
Rede paralela do programa eMule introduzida pelo autor deste em 2004; é uma implementação fiel ao conceito Kademlia. Essa rede tinha por objetivo inicial oferecer mais fontes aos usuários do programa e mais tarde se tornar uma rede P2P completa.
OpenFT
OpenFT é um protocolo desenvolvido pelo projeto giFT. O nome “OpenFT” significa “Open FastTrack”. Entretanto, o OpenFT é um protocolo completamente novo, apenas algumas poucas vieram do pouco que se sabia sobre a FastTrack quando o OpenFT foi desenvolvido. Assim como a FastTrack, o OpenFT é uma rede onde nodos enviam listas de arquivos compartilhados para outros nodos. Isso reduz o consumo de banda necessário para a pesquisa, entretanto, consumindo mais recursos do processador e mémoria nos nodos.
AudioGalaxy
Projeto antigo da empresa de mesmo nome, o Audiogalaxy centralizava todo o seu acervo indexando-o em seu sítio oficialmente. Foi facilmente fechada por um processo judicial na Inglaterra. Era uma implementação de FTPs sendo mais superficial ao usuário.
SoulSeek
Rede introduzida para trocas de músicas em 2000. Utiliza programa de mesmo nome. Caracteriza-se pelo fato de ter um grande número de arquivos raros, e principalmente música alternativa. O programa cliente tem uma interface simplificada, e permite a adição de usuários em uma hotlist, ou seja, uma lista de contatos que permite saber quando um usuário que tem arquivos relevantes está conectado à rede. Também há na rede SoulSeek um serviço de bate-papo (chat) parecido com o IRC, que possibilita uma melhor interação entre os usuários, que também podem criar seus próprios canais de chat.
DNS
O DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios) é um exemplo de sistema que mistura os conceitos de rede peer-to-peer com um modelo hierárquico de posse da informação. O mais incrível do DNS é quão bem ele tem escalado, dos poucos milhares de hospedeiros que ele foi projetado para suportar, em 1983, para as centenas de milhões de hospedeiros atualmente na Internet. Os problemas encontrados pelas aplicações P2P atuais, tais como compartilhamento de arquivos, são os mesmos problemas que foram resolvidos pelo DNS há 10 ou 15 anos atrás. Assim, vários elementos-chave no projeto do DNS são replicados nos sistemas distribuídos atuais. Um elemento é que hospedeiros podem operar tanto como clientes quanto como servidores. O segundo elemento é um método natural de propagar as requisições de dados pela rede. A carga é naturalmente distribuída pela rede, tanto que qualquer servidor individual de nomes só precisa servir as demandas dos seus clientes e o espaço de nomes que ele gerencia.
BitTorrent
BitTorrent é um sistema de download de arquivos P2P. A idéia basica é que quando um usuário procura por um arquivo, ele baixa “pedaços” do arquivo de outros usuários até que o arquivo fique completo. Um importante objetivo de projeto foi garantir colaboração. Na maioria dos sistemas de compartilhamento de arquivo, uma fração significante dos usuários somente baixa os arquivos e contribuem perto de nada . Para isso, um arquivo pode ser baixado somente quando o cliente que está baixando também está provendo conteúdo para alguém.
Redes, protocolos e aplicativos
•Ares: Ares Galaxy, Warez P2P, AlterGalaxy
•BitTorrent: AllPeers, ABC [Yet Another BitTorrent Client], Azureus, BitComet, BitSpirit, BitTornado, BitLord, Burst!, G3 Torrent, KTorrent, mlMac, MLDonkey, QTorrent, Shareaza, Transmission,Tribler, µTorrent
•CSpace: Uma rede peer-to-peer baseda em sistemas de comunicações
•Direct Connect: DC++, NeoModus Direct Connect, BCDC++, ApexDC++, StrongDC++
•Domain Name System
•eDonkey: aMule, eDonkey2000 (descontinuado), eMule, DreaMule, LMule, MLDonkey, mlMac, Shareaza, xMule, iMesh
•FastTrack: AlterGalaxy, giFT, Grokster, iMesh, iMesh Light (sem adware), Kazaa, Kazaa Lite (sem adware), KCeasy, Mammoth, MLDonkey, mlMac, Poisoned
•Freenet: Entropy (em sua própria rede), Freenet
•GNUnet: GNUnet, (GNUnet-gtk)
•Gnutella: AlterGalaxy, Acquisition, BearShare, Cabos, Gnucleus, Grokster, iMesh, gtk-gnutella, Kiwi Alpha, LimeWire, FrostWire, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Phex, Poisoned, Swapper, Shareaza, XoloX
•Gnutella2: Adagio, Caribou, Gnucleus, iMesh, Kiwi Alpha, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Shareaza, TrustyFiles
•Kad (rede) (usando o protocolo Kademlia): aMule, eMule, MLDonkey
•MANOLITO/MP2P: Blubster, Piolet
•MFPnet: Amicima
•Napster: Napigator, OpenNap, WinMX
•P2PTV type networks: TVUPlayer, CoolStreaming, Cybersky-TV, TVants
•Peercasting type networks: PeerCast, IceShare, FreeCast
•Pichat protocolo: Pichat, Pidgin, Moonchat, C4
•SoulSeek: SoulSeek, Nicotine
•Usenet
•WPNP: WinMX
•ZPoC
Direitos Autorais
•As redes P2P são acusadas no mundo todo de ferir os direitos autorais, por disponibilizar arquivos sem a autorização dos proprietários do copyright. Muitos usuários destas redes P2P defendem que a ausência de lucro na reprodução do copyright não deveria ser criminalizado. No Brasil, a lei dos direitos autorais, proíbe qualquer tipo de reprodução de conteúdo protegido que não seja autorizado (art. 105).
Caso do Napster
Os desenvolvedores do Napster argumentaram que eles não eram culpados pelo infrigimento dos direitos autorais porque eles não participavam do processo de cópia, que foi interamente realizado por máquinas de usuários. Esse argumento foi derrubado porque os servidores de indexação foram anexados como parte essencial do processo. Como esses servidores eram localizados em endereços conhecidos, os seus operadores foram incapazes de se manterem anônimos e então se tornaram alvos dos processos.
Um sistema de compartilhamento mais distribuído teria alcançado uma maior separação legal de responsabilidades, distribuindo a responsabilidade entre todos os usuários do Napster, e tornando o processo muito difícil, senão impossível.
Qualquer que seja a visão que alguém tenha sobre a legitimidade de cópia de arquivos para o propósito de compartilhamento de material protegido por direitos autorais, existe uma legítima justificativa social e política para a anonimidade de clientes e servidores em alguns contextos de aplicações. A justificativa mais persuativa é usada quando anonimidade é utilizada para superar censura e manter a liberdade de expressão para indivíduos em sociedades e organizações opressivas.
Rede
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
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Redes P2P estruturadas e não-estruturadas
July 5th, 2009 Redes P2P estruturadas e não-estruturadas
Rede Sobreposta
Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay. Na rede overlay, os nós são formados pelos processos e os enlaces são representados pelos possíveis canais de comunicação (que são tipicamente conexões TCP). No geral, um processo não pode se comunicar diretamente com outro processo arbitrário, mas só pode enviar mensagens através dos canais de comunicação disponíveis. Nesse sentido, cada nó possui um conjunto de vizinhos, que por sua vez possuirão outros conjuntos de vizinhos. A figura abaixo ilustra a rede sobreposta sobre a camada de rede (p.e. Internet). Observe que dois nós que são vizinhos na rede overlay não são necessariamente vizinhos na rede física.
A localização de nós e objetos é realizado na rede overlay através de um algoritmo de roteamento distribuído. Esse algoritmo é implementado sobre a camada de aplicação, não tendo nenhuma ligação com o roteamento implementado pelos roteadores da camada de rede. Através desse algoritmo que as requisições dos cliente são roteadas para um hospedeiro que possui o objeto pela qual a requisição está endereçada. Os objetos de interesse são colocados e relocados em qualquer nó na rede sem o envolvimento do cliente.
O roteamento garante que qualquer nó pode acessar qualquer objeto na rede overlay, explorando o conhecimento de cada nó na rede para localizar o objeto de destino. Sistemas peer-to-peer geralmente armazenam múltiplas réplicas de um mesmo objeto para garantir disponibilidade. Dessa forma, o algoritmo de roteamento mantém o mínimo de informação possível sobre a localização de todas as réplicas, e envia as requisições para o nó “vivo” (p.ex. não falho) mais próximo que mantém uma cópia do objeto relevante. Existem basicamente dois tipos de redes sobrepostas: as redes estruturadas e as redes não-estruturadas.
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Rede
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
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Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer
June 23rd, 2009 Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Escalabilidade global
Um dos objetivos das aplicações peer-to-peer é explorar os recursos de hardware de um grande número de hospedeiros conectados à Internet. Assim, essas aplicações devem ser projetadas de modo a suportar o acesso a milhões de objetos em dezenas ou centenas de milhares de hospedeiros.
cançado através da colocação aleatória de recursos, juntamente com a utilização de réplicas dos recursos mais utilizados.
Otimização de interações locais entre nodos vizinhos
A “distância de rede” entre os nós que interagem tem um impacto substancial na latência das interações individuais, como por exemplo, clientes requisitando acesso à recursos. A carga do tráfico da rede também é impactada por isso. As aplicações devem colocar os recursos perto dos nós que mais os utilizam.
Disponibilidade
A maioria dos sistemas peer-to-peer são constituídos de computadores hospedeiros que são livres para se juntar ou sair do sistema à qualquer hora. Além disso, os segmentos de rede utilizados nos sistemas peer-to-peer não são gerenciados por alguma autoridade; nem possuem garantias de qualidade de serviço. Um grande desafio para os sistemas peer-to-peer é prover um sistema confiável apesar desses fatos. Quando novos hospedeiros se juntam, eles devem ser integrados ao sistema e a carga deve ser redistribuída para explorar esses novos recursos. Quando eles saem do sistema voluntariamente ou involuntariamente, o sistema deve detectar a partida deles, e redistribuir as suas cargas e os seus recursos.
Segurança dos dados
Em sistemas de escala global com participantes de origens diversas, confiança deve ser construída com o uso de autenticação e mecanismos de criptografia para garantir a privacidade dos dados e da informação.
Anonimidade, negabilidade e resistência à censura
Anonimidade é uma preocupação legitima em muitas situações que demandam resistência à censura. Um requisito relacionado é que hospedeiros que guardam dados devem ser capazes de negar plausivelmente a responsabilidade sobre a posse e o suprimento deles. A utilização de um grande número de hospedeiros em sistemas peer-to-peer pode ser útil em alcançar essas propriedades.
Rede
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
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Sobre Peer-to-Peer / P2P
June 23rd, 2009 Distribuição Horizontal
A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes. A essa distribuição se dá o nome de distribuição vertical. Uma distribuição vertical facilita o gerenciamento dos sistemas pois divide as funções lógica e fisicamente entre várias máquinas, onde cada máquina é responsável por um grupo especifico de funções.
Uma abordagem alternativa à distribuição horizontal, bastante comum nas arquiteturas modernas, se baseia na distribuição dos clientes e dos servidores, o que se chama de distribuição horizontal. Nessa distribuição, um cliente ou um servidor pode estar fisicamente dividido em partes logicamente equivalentes, onde cada parte opera sobre a sua própria porção dos dados, o que balanceia a carga. Os sistemas peer-to-peer se baseiam na distribuição horizontal.
Olhando de uma perspectiva de alto nível, os processos que constituem um sistema peer-to-peer são todos iguais. Isso significa que as funções necessárias devem estar em todos os processos que constituem o sistema distribuído. Como consequência, a maior parte da interação entre os processos é simétrica: cada processo atua como um “cliente” e um “servidor” ao mesmo tempo.
Características
Sistemas peer-to-peer compartilham essas características:
- O seu design garante que cada usuário contribui com recursos para o sistema.
- Apesar de que eles podem diferir nos recursos que contribuem, todos os nodos em um sistema peer-to-peer possuem as mesmas capacidades funcionais e responsabilidades.
Descentralização
A correta operação de sistemas P2P não depende da existência de um sistema de administração centralizado. Assim, sistemas P2P se confudem com sistemas descentralizados. Num sistema totalmente descentralizado, não só todos os hospedeiros são iguais, mas também não há hospedeiros com atribuições especiais, como administração e descoberta de serviços. Na prática, construir sistemas totalmente descentralizados pode se tornar difícil, o que faz os projetistas geralmente adotarem paradigmas híbridos na construção de aplicações P2P. O DNS por exemplo, é um protocolo peer-to-peer, porém com um senso embutido de hierarquia. Há outros exemplos de sistemas P2P no seu núcleo e com alguma organização semi-centralizada, como o Napster e BitTorrent.
Heterogeneidade
Em redes peer-to-peer, a heterogeneidade dos recursos envolvidos é uma preocupação que deve ser levada em conta durante o seu projeto. Computadores e conexões administrados por diferentes usuários e organizações não têm garantias de ficarem ligados, conectados ou sem falhas, o que os torna necessariamente recursos voláteis. Isso torna a disponibilidade dos nodos de uma rede peer-to-peer imprevisível. Essa imprevisibilidade não permite garantir acesso a recursos individuais, já que eles podem falhar. Para contornar isso, é possível lançar mão da técnica de replicação, diminuindo consideravelmente a probabilidade de falha ao acessar um objeto replicado. A replicação pode também tornar o sistema mais confiável se utilizada para neutralizar a ação de nodos maliciosos, que interceptam o sistema e corrompem os dados, através de técnicas de tolerância à falhas bizantinas.
Sistemas Híbridos
Os sistemas centralizados são simples de implementar e gerenciar, entretanto são um gargalo em potencial, uma vez que o servidor central tem capacidade limitada e pode não suportar o aumento da demanda. Por outro lado, os sistemas descentralizados são escaláveis e robustos, mas isso demanda certa complexidade de implementação, principalmente nas questões de tolerância à falhas e descoberta de recursos. Muitos sistemas distribuídos combinam características das duas arquiteturas, parte do sistema no tradicional modelo cliente-servidor e outra parte peer-to-peer.
Estruturas híbridas são implantadas notavelmente em sistemas distribuídos colaborativos. A principal preocupação em muitos desses sistemas é como se juntar ao sistema, para o qual muitas vezes um esquema tradicional cliente-servidor é adotado. Uma vez que o nodo se junta ao sistema, ele pode utilizar um esquema totalmente descentralizado para colaboração. Um exemplo de servidor que utiliza essa abordagem é o BitTorrent.
Para um usuário de um serviço de comunicação instantânea, a aplicação parece peer-to-peer ao enviar os dados diretamente ao amigo sendo contactado. Mas todos os serviços de comunicação instantânea possuem uma espécie de servidor por trás que facilita a comunicação entre os nodos. Por exemplo, o servidor mantém uma associação entre o nome do usuário e o seu endereço IP, grava mensagens quando o usuário está offline, e roteia mensagens para usuários que estão atrás de firewalls. Um sistema totalmente descentralizado de comunicaçao instantânea não iria funcionar na Internet de hoje, mas existem grandes vantagens de escalabilidade em pemitir comunicação cliente-cliente, quando possível. Assim, grande parte dos sistemas utiliza um esquema de diretório centralizado enquanto a função é distribuída.
Rede
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Nos anos 90 era muito comum encontrar rede de computadores usando cabo coaxial de 50 Ohms. Isso se dava pelo fato de ser uma rede mais fácil de ser instalada pois o cabo era parecido com o cabo de antena de televisão e poderia ser instalado em qualquer local sem problemas com interferências. Com o avanço das redes de computadores, aumentando sua taxa de transferência, o cabo coaxial começou a ser substituído pelo cabo par trançado. As principais vantagens de uso do cabo par trançado são: uma maior taxa de transferência de arquivos, baixo custo do cabo e baixo custo de manutenção de rede.
As taxas usadas nas redes com o cabo par trançado são:
•10 Mbps (Ethernet);
•100 Mbps (Fast Ethernet); ou
•1000 Mbps (Gigabit Ethernet).
Os cabos par trançado são muito comuns em equipamentos para internet banda larga como ADSL E CATV para ligar a placa de rede nos Hubs, Switch ou Roteador. Este equipamentos geralmente são instalados em redes domésticas através do cabo UTP Categoria 5.
Taxa de transmissão
A qualidade da linha de transmissão que utiliza o par de fios depende, basicamente, da qualidade dos condutores empregados, bitola dos fios (quanto maior a bitola, menor a resistência ôhmica por quilômetro), técnicas usadas para a transmissão dos dados através da linha e proteção dos componentes da linha para evitar a indução nos condutores.A indução ocorre devido a alguma interferência elétrica externa ocasionada por centelhamentos, harmônicos, osciladores, motores ou geradores elétricos, mau contato ou contato acidental com outras linhas de transmissão que não estejam isoladas corretamente ou até mesmo tempestades elétricas ou proximidades com linhas de alta tensão.
Tipos de Cabo Par Trançado
Existem três tipos de cabos Par trançado:
•Unshielded Twisted Pair – UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes industriais devido ao fácil manuseio, instalação, permitindo taxas de transmissão de até 100 Mbps com a utilização do cabo CAT 5e; é o mais barato para distâncias de até 100 metros; Para distâncias maiores emprega-se cabos de fibra óptica. Sua estrutura é de quatro pares de fios entrelaçados e revestidos por uma capa de PVC. Pela falta de blindagem este tipo de cabo não é recomendado ser instalado próximo a equipamentos que possam gerar campos magnéticos (fios de rede elétrica, motores, inversores de frequencia) e também não podem ficar em ambientes com umidade.
•Shield Twisted Pair – STP ou Par Trançado Blindado (cabo com blindagem): É semelhante ao UTP. A diferença é que possui uma blindagem feita com a malha metálica. É recomendado para ambientes com interferência eletromagnética acentuada. Por causa de sua blindagem possui um custo mais elevado. Caso o ambiente possua umidade, grande interferência eletromagnética, distâncias acima de 100 metros ou seja exposto ao sol ainda é aconselhavel o uso de cabos de fibra ótica.
•Screened Twisted Pair – ScTP também referenciado como FTP (Foil Twisted Pair), os cabos são cobertos pelo mesmo composto do UTP categoria 5 Plenum, para este tipo de cabo, no entanto, uma película de metal é enrolada sobre cada par trançado,melhorando a resposta ao EMI, embora exija maiores cuidados quanto ao aterramento para garantir eficácia frente às interferências.
Categoria
Os cabos UTP foram padronizados pelas normas da EIA/TIA-568-B e são divididos em 8 categorias, levando em conta o nível de segurança e a bitola do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores, veja abaixo um resumo simplificado dos cabos UTP.
•Categoria do cabo 1 (CAT1): Consiste em um cabo blindado com dois pares trançados compostos por fios 26 AWG. São utilizados por equipamentos de telecomunicação e rádio. Foi usado nas primeiras redes Token-ring mas não é aconselhável para uma rede par trançado.(CAT1 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 2 (CAT2): É formado por pares de fios blindados (para voz) e pares de fios não blindados (para dados). Também foi projetado para antigas redes token ring E ARCnet chegando a velocidade de 4 Mbps.
(CAT2 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 3 (CAT3): É um cabo não blindado (UTP) usado para dados de até 10Mbits com a capacidade de banda de até 16 MHz. Foi muito usado nas redes Ethernet criadas nos anos noventa (10BASET). Ele ainda pode ser usado para VOIP, rede de telefonia e redes de comunicação 10BASET e 100BASET4.
(CAT3 é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria do cabo 4 (CAT4): É um cabo par trançado não blindado (UTP) que pode ser utilizado para transmitir dados a uma frequência de até 20 MHz e dados a 20 Mbps. Foi usado em redes que podem atuar com taxa de transmissão de até 20Mbps como token ring, 10BASET e 100BASET4. Não é mais utilizado pois foi substituido pelos cabos CAT5 e CAT5e.
(CAT4 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 5 (CAT5): usado em redes fast ethernet em frequências de até 100 MHz com uma taxa de 100 Mbps.(CAT5 não é mais recomendado pela TIA/EIA).
•Categoria do cabo 5e (CAT5e): é uma melhoria da categoria 5. Pode ser usado para frequências até 125 MHz em redes 1000BASE-T gigabit ethernet. Ela foi criada com a nova revisão da norma EIA/TIA-568-B.
(CAT5e é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria do cabo 6 (CAT6): definido pela norma ANSI EIA/TIA-568-B-2.1 possui bitola 24 AWG e banda passante de até 250 MHz e pode ser usado em redes gigabit ethernet a velocidade de 1.000 Mbps.
(CAT6 é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).
•Categoria 7 (CAT7): foi criado para permitir a criação de rede 10 gigabit Ethernet de 100m usando fio de cobre (apesar de atualmente esse tipo de rede esteja sendo usado pela rede CAT6).
Cores
As cores dos fios são:
•Laranja e Branco
•Laranja
•Verde e Branco
•Azul
•Azul e Branco
•Verde
•Castanho (ou Marrom) e Branco
•Castanho (ou Marrom)
É importante que a sequência de cores seja respeitada ao se montar um cabo. Caso contrário, pode haver perda parcial ou total de pacotes, principalmente em cabos de mais de 3 metros.
A norma EIA/TIA-568-B prevê duas montagens para os cabos, denominadas T568A e T568B. A montagem T568A usa a sequência branco e verde, verde, branco e laranja, azul, branco e azul, laranja, branco e castanho, castanho.
A montagem T568B usa a sequência branco e laranja, laranja, branco e verde, azul, branco e azul, verde, branco e castanho, castanho.
As duas montagens são totalmente equivalentes em termos de desempenho, cabendo ao montador escolher uma delas como padrão para sua instalação. É boa prática que todos os cabos dentro de uma instalação sigam o mesmo padrão de montagem.
Um cabo cujas duas pontas usam a mesma montagem é denominado Direto (cabo), e serve para ligar estações de trabalho e roteadores a switches ou hubs. Um cabo em que cada ponta é usado uma das montagens é denominado Crossover, e serve para ligar equipamentos do mesmo tipo entre si.
Obs: Existem cabos com diferentes representações destes códigos de cores.
•O fio com a cor branca pode ser a cor mais clara (verde-claro, azul-claro, laranja-claro, castanho-claro);
•Fio branco com uma lista de cor;
•Fio completamente branco. Neste caso é necessário ter atenção aos cabos que estão entrelaçados;
•Fio dourado representando o fio “branco e castanho”.
Existem também limites de comprimentos para esse tipo de cabo. Quando o cabo é usado para transmissão de dados em Ethernet, Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet, o limite para o enlace (distância entre os equipamentos nas duas pontas do cabo) é de no máximo 100 metros. Caso seja necessário interligar equipamentos a distâncias maiores, é preciso usar repetidores, ou instalar uma ponte de rede ou switch no meio do caminho, de forma que cada enlace tenha no máximo 100 metros.
A norma EIA/TIA-568-B prevê ainda que os cabos UTP sejam divididos em “sólidos” (os condutores são formados de um único filamento) e “flexíveis”. O cabo “sólido” deve ser usado para instalações estáticas, onde não há movimentação do cabo. O cabo “flexível” deve ser usado para as pontas da instalação, onde há movimentações constantes do cabo. Como o cabo “flexível” tem características elétricas diferentes das do cabo “sólido”, há a recomendação de que seja usado no máximo 10 metros de cabo flexível num enlace. Caso seja necessário usar cabos flexíveis numa distância maior, o tamanho do enlace deve ser diminuído proporcionalmente, para evitar perda de sinal (p.ex., com 20 metros de cabo flexível, o tamanho máximo do enlace desce para 90 metros).
Outras aplicações que não a transmissão de dados em Ethernet, Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet podem ter limites diferentes para o tamanho máximo do cabo
Crossover
Ligação Crossover
Dois conectores T568B/T568A
Um cabo crossover, é um cabo de rede par trançado que permite a ligação de 2 (dois) computadores pelas respectivas placas de rede sem a necessidade de um concentrador (Hub ou Switch) ou a ligação de modems.
A alteração dos padrões das pinagens dos conectores RJ45 dos cabos torna possível a configuração de cabo crossover.
A ligação é feita com um cabo de par trançado onde tem-se: em uma ponta o padrão T568A, e, em outra, o padrão T568B (utilizado também com modems ADSL).
1ª e 2ª pontas
(da esquerda para a direita)
•Padrão T568B:
◦branco laranja (Recepção)
◦laranja (Recepção)
◦branco verde (Transmissão)
◦azul
◦branco azul
◦verde (Transmissão)
◦branco marrom
◦marrom
pino função cor
•Padrão T568A:
◦branco verde (transmissão)
◦verde (transmissão)
◦branco laranja (Recepção)
◦azul
◦branco azul
◦laranja (Recepção)
◦branco marrom
◦marrom
Obs.: As informações sobre transmissão e recepção são baseados nos padrões 10BASET (Ethernet) e 100BASETX (Fast Ethernet. O padrão 100BASET4, usado em algumas redes Fast Ethernet usa os 4 pares de fios. A rede 1000BASET também usa os 4 pares do cabo CAT5E.
Montagem do Cabo de Rede de Par Trançado CAT3/CAT4/CAT5 ou CAT5e
Alicate de crimpar
Notem que as pontas dos fios devem ficar totalmente dentro do conector RJ45
Conector RJ-45 não crimpado1.Corta-se o cabo de conexão horizontal (para ligar da tomada para o computador) no comprimento desejado (geralmente o cabo deve ter 1,5m).
2.Em cada ponta, com a lamina do alicate crimpador retira-se a capa de isolamento azul com um comprimento aproximado de 2 cm.
3.Prepare os oitos pequenos fios para serem inseridos dentro do conector RJ45, obedecendo a seqüência de cores desejada (T568A ou T568B.
4.Após ajustar os fios na posição corta-se as pontas dos mesmos com um alicate ou com a lamina do próprio crimpador para que todos fiquem no mesmo alinhamento e sem rebarbas, para que não ofereçam dificuldades na inserção no conector RJ45.
5.Segure firmemente as pontas dos fios e os insira cuidadosamente dentro do conector observando que os fios fiquem bem posicionados.
6.Examine o cabo percebendo que as cabeças dos fios entraram totalmente no conector RJ45. Caso algum fio ainda não esteja alinhado refaça o item 4 para realinhar.
7.Inserir o conector já com os fios colocados dentro do alicate crimpador, e pressionar até o final.
8.Após a crimpagem dos dois lados, use um testador de cabos certificar que os 8 fios estão funcionando bem.
Notem que as pontas dos fios devem ficar totalmente dentro do conector RJ45
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Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer
July 5th, 2009 Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer
Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re- trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicavam na impossibilidade de comunicação entre sistemas diferentes, mesmo que os serviços providos por eles fossem equivalentes. Por exemplo, arquivos compartilhados em sistemas como o Kazaa, eMule e Gnutella ficam acessíveis exclusivamente dentro de suas próprias redes, levando usuários a manterem instalados em suas máquinas clientes para cada um dos sistemas de compartilhamento de arquivos que pretenda usar.
Com a popularização deste tipo de aplicação, surgiu um esforço em prover plataformas para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer, de tal maneira que estas possam comunicar-se entre si. Entre elas, destacam-se o JXTA, o Windows Peer-to-Peer Networking e o XNap.
O JXTA e o Windows Peer-to-Peer Networking são especificações de protocolos Peer-to-Peer e de uma API para utilização dos serviços, sendo o primeiro com implementações em Java e em C.
O XNap provê, além de uma API de serviços Peer-to-Peer, também um framework para desenvolvimento das aplicações em si, incluindo recursos de interface gráfica com o usuário. Um Framework Peer-to-Peer, portanto, vai além de uma plataforma para comunicação Peer-to-Peer, provendo serviços adicionais não necessariamente relacionados com a comunicação em si, mas indispensáveis para o desenvolvimento rápido de aplicações baseadas nesta arquitetura.
Outros exemplos de frameworks para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer são o Oog (Duke University), o Lancaster´s P2P Framework (University of Lancaster) e o COPPEER (UFRJ), sendo os dois últimos abstrações construídas sobre o JXTA.
Kademlia
Kademlia é conceito de rede altamente descentralizada baseada em “nós” de rede. Os próprios usuários constituem a estrutura da rede dispensando servidores. Várias redes utilizam o conceito Kademlia.
Overnet
A rede Overnet é uma espécie de eDonkey “paga”. É preciso comprar o programa da empresa que a desenvolveu. É uma variante do eDonkey totalmente descentralizada e mais rápida seguindo o conceito Kademlia e foi a primeira implementação da mesma.
Gnutella
Rede open-source surgida no final de 2000 utilizada inicialmente por usuários do sistema Linux. Possui uma estrutura altamente descentralizada não havendo mesmo nenhum servidor central sequer. Os usuários constituem a estrutura da própria rede. Entre os programas que a utilizam, estão o BearShare , LimeWire, Azureus e agora o Shareaza.
Gnutella 2
Segundo projeto da rede Gnutella mas agora com servidores centrais optimizando buscas e o desempenho geral da rede. É conhecida principalmente no programa Shareaza. Recebeu críticas quando foi criada pelos criadores da Gnutella original.
Kad Network
Rede paralela do programa eMule introduzida pelo autor deste em 2004; é uma implementação fiel ao conceito Kademlia. Essa rede tinha por objetivo inicial oferecer mais fontes aos usuários do programa e mais tarde se tornar uma rede P2P completa.
OpenFT
OpenFT é um protocolo desenvolvido pelo projeto giFT. O nome “OpenFT” significa “Open FastTrack”. Entretanto, o OpenFT é um protocolo completamente novo, apenas algumas poucas vieram do pouco que se sabia sobre a FastTrack quando o OpenFT foi desenvolvido. Assim como a FastTrack, o OpenFT é uma rede onde nodos enviam listas de arquivos compartilhados para outros nodos. Isso reduz o consumo de banda necessário para a pesquisa, entretanto, consumindo mais recursos do processador e mémoria nos nodos.
AudioGalaxy
Projeto antigo da empresa de mesmo nome, o Audiogalaxy centralizava todo o seu acervo indexando-o em seu sítio oficialmente. Foi facilmente fechada por um processo judicial na Inglaterra. Era uma implementação de FTPs sendo mais superficial ao usuário.
SoulSeek
Rede introduzida para trocas de músicas em 2000. Utiliza programa de mesmo nome. Caracteriza-se pelo fato de ter um grande número de arquivos raros, e principalmente música alternativa. O programa cliente tem uma interface simplificada, e permite a adição de usuários em uma hotlist, ou seja, uma lista de contatos que permite saber quando um usuário que tem arquivos relevantes está conectado à rede. Também há na rede SoulSeek um serviço de bate-papo (chat) parecido com o IRC, que possibilita uma melhor interação entre os usuários, que também podem criar seus próprios canais de chat.
DNS
O DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios) é um exemplo de sistema que mistura os conceitos de rede peer-to-peer com um modelo hierárquico de posse da informação. O mais incrível do DNS é quão bem ele tem escalado, dos poucos milhares de hospedeiros que ele foi projetado para suportar, em 1983, para as centenas de milhões de hospedeiros atualmente na Internet. Os problemas encontrados pelas aplicações P2P atuais, tais como compartilhamento de arquivos, são os mesmos problemas que foram resolvidos pelo DNS há 10 ou 15 anos atrás. Assim, vários elementos-chave no projeto do DNS são replicados nos sistemas distribuídos atuais. Um elemento é que hospedeiros podem operar tanto como clientes quanto como servidores. O segundo elemento é um método natural de propagar as requisições de dados pela rede. A carga é naturalmente distribuída pela rede, tanto que qualquer servidor individual de nomes só precisa servir as demandas dos seus clientes e o espaço de nomes que ele gerencia.
BitTorrent
BitTorrent é um sistema de download de arquivos P2P. A idéia basica é que quando um usuário procura por um arquivo, ele baixa “pedaços” do arquivo de outros usuários até que o arquivo fique completo. Um importante objetivo de projeto foi garantir colaboração. Na maioria dos sistemas de compartilhamento de arquivo, uma fração significante dos usuários somente baixa os arquivos e contribuem perto de nada . Para isso, um arquivo pode ser baixado somente quando o cliente que está baixando também está provendo conteúdo para alguém.
Redes, protocolos e aplicativos
•Ares: Ares Galaxy, Warez P2P, AlterGalaxy
•BitTorrent: AllPeers, ABC [Yet Another BitTorrent Client], Azureus, BitComet, BitSpirit, BitTornado, BitLord, Burst!, G3 Torrent, KTorrent, mlMac, MLDonkey, QTorrent, Shareaza, Transmission,Tribler, µTorrent
•CSpace: Uma rede peer-to-peer baseda em sistemas de comunicações
•Direct Connect: DC++, NeoModus Direct Connect, BCDC++, ApexDC++, StrongDC++
•Domain Name System
•eDonkey: aMule, eDonkey2000 (descontinuado), eMule, DreaMule, LMule, MLDonkey, mlMac, Shareaza, xMule, iMesh
•FastTrack: AlterGalaxy, giFT, Grokster, iMesh, iMesh Light (sem adware), Kazaa, Kazaa Lite (sem adware), KCeasy, Mammoth, MLDonkey, mlMac, Poisoned
•Freenet: Entropy (em sua própria rede), Freenet
•GNUnet: GNUnet, (GNUnet-gtk)
•Gnutella: AlterGalaxy, Acquisition, BearShare, Cabos, Gnucleus, Grokster, iMesh, gtk-gnutella, Kiwi Alpha, LimeWire, FrostWire, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Phex, Poisoned, Swapper, Shareaza, XoloX
•Gnutella2: Adagio, Caribou, Gnucleus, iMesh, Kiwi Alpha, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Shareaza, TrustyFiles
•Kad (rede) (usando o protocolo Kademlia): aMule, eMule, MLDonkey
•MANOLITO/MP2P: Blubster, Piolet
•MFPnet: Amicima
•Napster: Napigator, OpenNap, WinMX
•P2PTV type networks: TVUPlayer, CoolStreaming, Cybersky-TV, TVants
•Peercasting type networks: PeerCast, IceShare, FreeCast
•Pichat protocolo: Pichat, Pidgin, Moonchat, C4
•SoulSeek: SoulSeek, Nicotine
•Usenet
•WPNP: WinMX
•ZPoC
Direitos Autorais
•As redes P2P são acusadas no mundo todo de ferir os direitos autorais, por disponibilizar arquivos sem a autorização dos proprietários do copyright. Muitos usuários destas redes P2P defendem que a ausência de lucro na reprodução do copyright não deveria ser criminalizado. No Brasil, a lei dos direitos autorais, proíbe qualquer tipo de reprodução de conteúdo protegido que não seja autorizado (art. 105).
Caso do Napster
Os desenvolvedores do Napster argumentaram que eles não eram culpados pelo infrigimento dos direitos autorais porque eles não participavam do processo de cópia, que foi interamente realizado por máquinas de usuários. Esse argumento foi derrubado porque os servidores de indexação foram anexados como parte essencial do processo. Como esses servidores eram localizados em endereços conhecidos, os seus operadores foram incapazes de se manterem anônimos e então se tornaram alvos dos processos.
Um sistema de compartilhamento mais distribuído teria alcançado uma maior separação legal de responsabilidades, distribuindo a responsabilidade entre todos os usuários do Napster, e tornando o processo muito difícil, senão impossível.
Qualquer que seja a visão que alguém tenha sobre a legitimidade de cópia de arquivos para o propósito de compartilhamento de material protegido por direitos autorais, existe uma legítima justificativa social e política para a anonimidade de clientes e servidores em alguns contextos de aplicações. A justificativa mais persuativa é usada quando anonimidade é utilizada para superar censura e manter a liberdade de expressão para indivíduos em sociedades e organizações opressivas.
Rede
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
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Redes P2P estruturadas e não-estruturadas
July 5th, 2009 Redes P2P estruturadas e não-estruturadas
Rede Sobreposta
Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay. Na rede overlay, os nós são formados pelos processos e os enlaces são representados pelos possíveis canais de comunicação (que são tipicamente conexões TCP). No geral, um processo não pode se comunicar diretamente com outro processo arbitrário, mas só pode enviar mensagens através dos canais de comunicação disponíveis. Nesse sentido, cada nó possui um conjunto de vizinhos, que por sua vez possuirão outros conjuntos de vizinhos. A figura abaixo ilustra a rede sobreposta sobre a camada de rede (p.e. Internet). Observe que dois nós que são vizinhos na rede overlay não são necessariamente vizinhos na rede física.
A localização de nós e objetos é realizado na rede overlay através de um algoritmo de roteamento distribuído. Esse algoritmo é implementado sobre a camada de aplicação, não tendo nenhuma ligação com o roteamento implementado pelos roteadores da camada de rede. Através desse algoritmo que as requisições dos cliente são roteadas para um hospedeiro que possui o objeto pela qual a requisição está endereçada. Os objetos de interesse são colocados e relocados em qualquer nó na rede sem o envolvimento do cliente.
O roteamento garante que qualquer nó pode acessar qualquer objeto na rede overlay, explorando o conhecimento de cada nó na rede para localizar o objeto de destino. Sistemas peer-to-peer geralmente armazenam múltiplas réplicas de um mesmo objeto para garantir disponibilidade. Dessa forma, o algoritmo de roteamento mantém o mínimo de informação possível sobre a localização de todas as réplicas, e envia as requisições para o nó “vivo” (p.ex. não falho) mais próximo que mantém uma cópia do objeto relevante. Existem basicamente dois tipos de redes sobrepostas: as redes estruturadas e as redes não-estruturadas.
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Rede
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
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Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer
June 23rd, 2009 Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
Escalabilidade global
Um dos objetivos das aplicações peer-to-peer é explorar os recursos de hardware de um grande número de hospedeiros conectados à Internet. Assim, essas aplicações devem ser projetadas de modo a suportar o acesso a milhões de objetos em dezenas ou centenas de milhares de hospedeiros.
cançado através da colocação aleatória de recursos, juntamente com a utilização de réplicas dos recursos mais utilizados.
Otimização de interações locais entre nodos vizinhos
A “distância de rede” entre os nós que interagem tem um impacto substancial na latência das interações individuais, como por exemplo, clientes requisitando acesso à recursos. A carga do tráfico da rede também é impactada por isso. As aplicações devem colocar os recursos perto dos nós que mais os utilizam.
Disponibilidade
A maioria dos sistemas peer-to-peer são constituídos de computadores hospedeiros que são livres para se juntar ou sair do sistema à qualquer hora. Além disso, os segmentos de rede utilizados nos sistemas peer-to-peer não são gerenciados por alguma autoridade; nem possuem garantias de qualidade de serviço. Um grande desafio para os sistemas peer-to-peer é prover um sistema confiável apesar desses fatos. Quando novos hospedeiros se juntam, eles devem ser integrados ao sistema e a carga deve ser redistribuída para explorar esses novos recursos. Quando eles saem do sistema voluntariamente ou involuntariamente, o sistema deve detectar a partida deles, e redistribuir as suas cargas e os seus recursos.
Segurança dos dados
Em sistemas de escala global com participantes de origens diversas, confiança deve ser construída com o uso de autenticação e mecanismos de criptografia para garantir a privacidade dos dados e da informação.
Anonimidade, negabilidade e resistência à censura
Anonimidade é uma preocupação legitima em muitas situações que demandam resistência à censura. Um requisito relacionado é que hospedeiros que guardam dados devem ser capazes de negar plausivelmente a responsabilidade sobre a posse e o suprimento deles. A utilização de um grande número de hospedeiros em sistemas peer-to-peer pode ser útil em alcançar essas propriedades.
Rede
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Sobre Peer-to-Peer / P2P by Rede on June 23rd, 2009
Distribuição Horizontal A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
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Sobre Peer-to-Peer / P2P
June 23rd, 2009 Distribuição Horizontal
A organização de uma aplicação cliente-servidor numa arquitetura multi-camadas distribui o processamento colocando componentes logicamente diferentes em máquinas diferentes. A essa distribuição se dá o nome de distribuição vertical. Uma distribuição vertical facilita o gerenciamento dos sistemas pois divide as funções lógica e fisicamente entre várias máquinas, onde cada máquina é responsável por um grupo especifico de funções.
Uma abordagem alternativa à distribuição horizontal, bastante comum nas arquiteturas modernas, se baseia na distribuição dos clientes e dos servidores, o que se chama de distribuição horizontal. Nessa distribuição, um cliente ou um servidor pode estar fisicamente dividido em partes logicamente equivalentes, onde cada parte opera sobre a sua própria porção dos dados, o que balanceia a carga. Os sistemas peer-to-peer se baseiam na distribuição horizontal.
Olhando de uma perspectiva de alto nível, os processos que constituem um sistema peer-to-peer são todos iguais. Isso significa que as funções necessárias devem estar em todos os processos que constituem o sistema distribuído. Como consequência, a maior parte da interação entre os processos é simétrica: cada processo atua como um “cliente” e um “servidor” ao mesmo tempo.
Características
Sistemas peer-to-peer compartilham essas características:
- O seu design garante que cada usuário contribui com recursos para o sistema.
- Apesar de que eles podem diferir nos recursos que contribuem, todos os nodos em um sistema peer-to-peer possuem as mesmas capacidades funcionais e responsabilidades.
Descentralização
A correta operação de sistemas P2P não depende da existência de um sistema de administração centralizado. Assim, sistemas P2P se confudem com sistemas descentralizados. Num sistema totalmente descentralizado, não só todos os hospedeiros são iguais, mas também não há hospedeiros com atribuições especiais, como administração e descoberta de serviços. Na prática, construir sistemas totalmente descentralizados pode se tornar difícil, o que faz os projetistas geralmente adotarem paradigmas híbridos na construção de aplicações P2P. O DNS por exemplo, é um protocolo peer-to-peer, porém com um senso embutido de hierarquia. Há outros exemplos de sistemas P2P no seu núcleo e com alguma organização semi-centralizada, como o Napster e BitTorrent.
Heterogeneidade
Em redes peer-to-peer, a heterogeneidade dos recursos envolvidos é uma preocupação que deve ser levada em conta durante o seu projeto. Computadores e conexões administrados por diferentes usuários e organizações não têm garantias de ficarem ligados, conectados ou sem falhas, o que os torna necessariamente recursos voláteis. Isso torna a disponibilidade dos nodos de uma rede peer-to-peer imprevisível. Essa imprevisibilidade não permite garantir acesso a recursos individuais, já que eles podem falhar. Para contornar isso, é possível lançar mão da técnica de replicação, diminuindo consideravelmente a probabilidade de falha ao acessar um objeto replicado. A replicação pode também tornar o sistema mais confiável se utilizada para neutralizar a ação de nodos maliciosos, que interceptam o sistema e corrompem os dados, através de técnicas de tolerância à falhas bizantinas.
Sistemas Híbridos
Os sistemas centralizados são simples de implementar e gerenciar, entretanto são um gargalo em potencial, uma vez que o servidor central tem capacidade limitada e pode não suportar o aumento da demanda. Por outro lado, os sistemas descentralizados são escaláveis e robustos, mas isso demanda certa complexidade de implementação, principalmente nas questões de tolerância à falhas e descoberta de recursos. Muitos sistemas distribuídos combinam características das duas arquiteturas, parte do sistema no tradicional modelo cliente-servidor e outra parte peer-to-peer.
Estruturas híbridas são implantadas notavelmente em sistemas distribuídos colaborativos. A principal preocupação em muitos desses sistemas é como se juntar ao sistema, para o qual muitas vezes um esquema tradicional cliente-servidor é adotado. Uma vez que o nodo se junta ao sistema, ele pode utilizar um esquema totalmente descentralizado para colaboração. Um exemplo de servidor que utiliza essa abordagem é o BitTorrent.
Para um usuário de um serviço de comunicação instantânea, a aplicação parece peer-to-peer ao enviar os dados diretamente ao amigo sendo contactado. Mas todos os serviços de comunicação instantânea possuem uma espécie de servidor por trás que facilita a comunicação entre os nodos. Por exemplo, o servidor mantém uma associação entre o nome do usuário e o seu endereço IP, grava mensagens quando o usuário está offline, e roteia mensagens para usuários que estão atrás de firewalls. Um sistema totalmente descentralizado de comunicaçao instantânea não iria funcionar na Internet de hoje, mas existem grandes vantagens de escalabilidade em pemitir comunicação cliente-cliente, quando possível. Assim, grande parte dos sistemas utiliza um esquema de diretório centralizado enquanto a função é distribuída.
Rede
Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.
Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer by Rede on June 23rd, 2009
Para funcionar eficientemente, sistemas peer-to-peer devem se preocupar com os seguintes requisitos não-funcionais.
P2P / Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes.
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer by Rede on July 5th, 2009
Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede.
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas by Rede on July 5th, 2009
Redes P2P estruturadas e não-estruturadas Rede Sobreposta Um conceito importante do paradigma P2P é a rede sobreposta, ou rede overlay.
Hardware - Parte Física do Computador
Que bicho é esse? Você pode se perguntar quando vislumbra um computador, não se preocupe, se trata
apenas de mais um eletrodoméstico das famílias do novo milênio. O computador pode ser divido de forma didática.
Gabinete: É a parte mais importante do computador, podemos dizer que o gabinete é o computador propriamente dito. Dentro dele, há vários componentes que fazem o processamento da informação. Mas atenção, NÃO CHAME DO GABINETE DE CPU, pois são coisas diferentes (algumas pessoas, inclusive técnicos costumam chamar o gabinete de CPU porque esta – a CPU – está dentro do gabinete).
Monitor: É a tela que nos mostra as respostas que o computador nos dá. É um periférico de saída (pois a informação sai do computador para o usuário).
Teclado: conjunto de teclas que permite que operemos o computador através de comandos digitados. É um periférico de entrada.
Mouse: Através dele, controlamos uma setinha que aponta para os itens na nossa tela. Também é um periférico de entrada.
SIM, MAS, E DENTRO DO GABINETE?
Dentro do gabinete são encontrados os componentes que formam o computador propriamente dito, como as memórias, o processador e o disco rígido, todos eles estão direta ou indiretamente ligados à placa mãe.
Placa Mãe: É uma grande placa de circuitos onde são encaixados os outros componentes, a Placa mãe recebe o processador, as memórias, os conectores de teclado, mouse e impressora, e muito mais.
Microprocessador: É o chip mais importante do computador, cabendo a ele o processamento de todas as informações que passam pelo computador. Ele reconhece quando alguma tecla foi pressionada, quando o mouse foi movido, quando um som está sendo executado e tudo mais... Devido a sua importância, consideramos o processador como o “cérebro do computador” e vamos estudá-lo com mais detalhamento.
Memória RAM: É um conjunto de chips que acumulam as informações enquanto estão sendo processadas, é mais ou menos assim: O QUE ESTIVER SENDO APRESENTADO NO MONITOR ESTÁ ARMAZENADO, NESTE MOMENTO, NA RAM. Toda e qualquer informação que estiver sendo processada, todo e qualquer programa que esteja sendo executado está na memória RAM. A memória RAM é vendida na forma de pequenas placas chamadas “pentes”.
RAM significa Memória de Acesso Aleatório, ou seja, o computador altera seu conteúdo constantemente, sem permissão da mesma, o que é realmente necessário. Como a memória RAM é alimentada eletricamente, seu conteúdo é esvaziado quando desligamos o computador. Sem chance de recuperação, ou seja, é um conteúdo volátil.
Memória cache : É uma memória que está entre o processador e a RAM, para fazer com que o acesso à RAM seja mais veloz. A Memória Cache normalmente é formada por circuitos dentro do processador, para que sua velocidade seja ainda maior. Uma vez acessada uma informação, ela não precisará ser acessada mais uma vez na RAM, o computador vai buscá-la na Cache, pois já estará lá.
Disco Rígido: também conhecido como winchester ou HD, é um dispositivo de armazenamento magnético na forma de discos sobrepostos. É no Disco Rígido que as informações são gravadas de forma permanente, para que possamos acessá-las posteriormente. As informações gravadas nos discos rígidos (ou nos disquetes) são chamadas arquivos.
Barramento: também conhecido como BUS é o nome dado ao conjunto de vias que fazem a informação viajar dentro do computador. O BUS liga o processador aos periféricos e às placas externas que se encaixam na placa mãe.
Slots: São “fendas” na placa mãe que permitem o encaixe de outras placas, como as de vídeo, som, rede,etc. Veremos, a seguir, mais detalhadamente os Slots, os barramentos e suas características.
Informação é inserida no computador através de um dispositivo de entrada, que pode ser um teclado, um mouse, um scanner ou uma câmera, entre outros. Esta informação segue direto para o processador, que reconhece a informação e a guarda na memória RAM, para só então depois disso, jogá-la no monitor (se este for o caso). Caso o usuário deseje gravar a informação permanentemente, ela será jogada numa unidade de disco à escolha do mesmo (como mostrado na figura com o HD). Este diagrama serve para qualquer tipo de informação, até mesmo as teclas que você pressiona enquanto digita uma carta no computador, ou o momento em que grava sua voz pelo microfone.
apenas de mais um eletrodoméstico das famílias do novo milênio. O computador pode ser divido de forma didática.
Gabinete: É a parte mais importante do computador, podemos dizer que o gabinete é o computador propriamente dito. Dentro dele, há vários componentes que fazem o processamento da informação. Mas atenção, NÃO CHAME DO GABINETE DE CPU, pois são coisas diferentes (algumas pessoas, inclusive técnicos costumam chamar o gabinete de CPU porque esta – a CPU – está dentro do gabinete).
Monitor: É a tela que nos mostra as respostas que o computador nos dá. É um periférico de saída (pois a informação sai do computador para o usuário).
Teclado: conjunto de teclas que permite que operemos o computador através de comandos digitados. É um periférico de entrada.
Mouse: Através dele, controlamos uma setinha que aponta para os itens na nossa tela. Também é um periférico de entrada.
SIM, MAS, E DENTRO DO GABINETE?
Dentro do gabinete são encontrados os componentes que formam o computador propriamente dito, como as memórias, o processador e o disco rígido, todos eles estão direta ou indiretamente ligados à placa mãe.
Placa Mãe: É uma grande placa de circuitos onde são encaixados os outros componentes, a Placa mãe recebe o processador, as memórias, os conectores de teclado, mouse e impressora, e muito mais.
Microprocessador: É o chip mais importante do computador, cabendo a ele o processamento de todas as informações que passam pelo computador. Ele reconhece quando alguma tecla foi pressionada, quando o mouse foi movido, quando um som está sendo executado e tudo mais... Devido a sua importância, consideramos o processador como o “cérebro do computador” e vamos estudá-lo com mais detalhamento.
Memória RAM: É um conjunto de chips que acumulam as informações enquanto estão sendo processadas, é mais ou menos assim: O QUE ESTIVER SENDO APRESENTADO NO MONITOR ESTÁ ARMAZENADO, NESTE MOMENTO, NA RAM. Toda e qualquer informação que estiver sendo processada, todo e qualquer programa que esteja sendo executado está na memória RAM. A memória RAM é vendida na forma de pequenas placas chamadas “pentes”.
RAM significa Memória de Acesso Aleatório, ou seja, o computador altera seu conteúdo constantemente, sem permissão da mesma, o que é realmente necessário. Como a memória RAM é alimentada eletricamente, seu conteúdo é esvaziado quando desligamos o computador. Sem chance de recuperação, ou seja, é um conteúdo volátil.
Memória cache : É uma memória que está entre o processador e a RAM, para fazer com que o acesso à RAM seja mais veloz. A Memória Cache normalmente é formada por circuitos dentro do processador, para que sua velocidade seja ainda maior. Uma vez acessada uma informação, ela não precisará ser acessada mais uma vez na RAM, o computador vai buscá-la na Cache, pois já estará lá.
Disco Rígido: também conhecido como winchester ou HD, é um dispositivo de armazenamento magnético na forma de discos sobrepostos. É no Disco Rígido que as informações são gravadas de forma permanente, para que possamos acessá-las posteriormente. As informações gravadas nos discos rígidos (ou nos disquetes) são chamadas arquivos.
Barramento: também conhecido como BUS é o nome dado ao conjunto de vias que fazem a informação viajar dentro do computador. O BUS liga o processador aos periféricos e às placas externas que se encaixam na placa mãe.
Slots: São “fendas” na placa mãe que permitem o encaixe de outras placas, como as de vídeo, som, rede,etc. Veremos, a seguir, mais detalhadamente os Slots, os barramentos e suas características.
Informação é inserida no computador através de um dispositivo de entrada, que pode ser um teclado, um mouse, um scanner ou uma câmera, entre outros. Esta informação segue direto para o processador, que reconhece a informação e a guarda na memória RAM, para só então depois disso, jogá-la no monitor (se este for o caso). Caso o usuário deseje gravar a informação permanentemente, ela será jogada numa unidade de disco à escolha do mesmo (como mostrado na figura com o HD). Este diagrama serve para qualquer tipo de informação, até mesmo as teclas que você pressiona enquanto digita uma carta no computador, ou o momento em que grava sua voz pelo microfone.
Bits e Bytes - Como o Computador Entende as Coisas
Toda informação inserida no computador passa pelo Microprocessador e é jogada na memória RAM para ser utilizada enquanto seu micro trabalha. Essa informação é armazenada não em sua forma legível (por nós), mas é armazenada na forma de 0 (zero) e 1 (um). Essa linguagem é chamada linguagem binária ou digital.
Na verdade, se pudéssemos entrar no computador e ver seu funcionamento, não haveria letras A, nem B, nem C, nem números, dentro do computador existe apenas ELETRICIDADE, e esta pode assumir apenas dois estados: LIGADO e DESLIGADO (convencionou-se que 0 representa desligado e 1 representa ligado).
Cada caractere tem um código binário associado a ele. Vamos supor que a letra A seja 01000001, nenhum outro caractere terá o mesmo código. Este código de caracteres é formado pela união de 8 “zeros” e “uns”. Cada 0 e 1 é chamado de BIT, e o conjunto de oito deles é chamado BYTE. Um BYTE consegue armazenar apenas um CARACTERE (letras, números, símbolos, pontuação, espaço em branco e outros caracteres especiais).
A linguagem binária foi convencionada em um código criado por cientistas americanos e aceito em todo o mundo, esse código mundial que diz que um determinado byte significa um determinado caractere é chamado Código ASCII. O Código ASCII, por usar “palavras” de 8 bits, permite a existência de 256 caracteres em sua tabela (256 = 28).
Na verdade, se pudéssemos entrar no computador e ver seu funcionamento, não haveria letras A, nem B, nem C, nem números, dentro do computador existe apenas ELETRICIDADE, e esta pode assumir apenas dois estados: LIGADO e DESLIGADO (convencionou-se que 0 representa desligado e 1 representa ligado).
Cada caractere tem um código binário associado a ele. Vamos supor que a letra A seja 01000001, nenhum outro caractere terá o mesmo código. Este código de caracteres é formado pela união de 8 “zeros” e “uns”. Cada 0 e 1 é chamado de BIT, e o conjunto de oito deles é chamado BYTE. Um BYTE consegue armazenar apenas um CARACTERE (letras, números, símbolos, pontuação, espaço em branco e outros caracteres especiais).
A linguagem binária foi convencionada em um código criado por cientistas americanos e aceito em todo o mundo, esse código mundial que diz que um determinado byte significa um determinado caractere é chamado Código ASCII. O Código ASCII, por usar “palavras” de 8 bits, permite a existência de 256 caracteres em sua tabela (256 = 28).
Conceito de Redes de Computadores
Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que permitem que dois ou mais computadores possam compartilhar suas informações entre si.
Imagine um computador sozinho, sem estar conectado a nenhum outro computador: Esta máquina só terá acesso às suas informações (presentes em seu Disco Rígido) ou às informações que porventura venham a ele através de disquetes e Cds.
Quando um computador está conectado a uma rede de computadores, ele pode ter acesso às informações que chegam a ele e às informações presentes nos outros computadores ligados a ele na mesma rede, o que permite um número muito maior de informações possíveis para acesso através daquele computador.
Classificação das Redes Quanto à Extensão Física
As redes de computadores podem ser classificadas como:
LAN (Rede Local): Uma rede que liga computadores próximos (normalmente em um mesmo prédio ou, no máximo, entre prédios próximos) e podem ser ligados por cabos apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de computadores das empresas em geral.
WAN (Rede Extensa): Redes que se estendem além das proximidades físicas dos computadores. Como, por exemplo, redes ligadas por conexão telefônica, por satélite, ondas de rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos internacionais, como o CITYBANK).
Equipamentos Necessários para a Conexão em Rede
Para conectar os computadores em uma rede, é necessário, além da estrutura física de conexão (como cabos, fios, antenas, linhas telefônicas, etc.), que cada computador possua o equipamento correto que o fará se conectar ao meio de transmissão.
O equipamento que os computadores precisam possuir para se conectarem a uma rede local (LAN) é a Placa de Rede, cujas velocidades padrão são 10Mbps e 100Mbps (Megabits por segundo).
Ainda nas redes locais, muitas vezes há a necessidade do uso de um equipamento chamado HUB (lê-se “Râbi”), que na verdade é um ponto de convergência dos cabos provenientes dos computadores e que permitem que estes possam estar conectados. O Hub não é um computador, é apenas uma pequena caixinha onde todos os cabos de rede, provenientes dos computadores, serão encaixados para que a conexão física aconteça.
Quando a rede é maior e não se restringe apenas a um prédio, ou seja, quando não se trata apenas de uma LAN, são usados outros equipamentos diferentes, como Switchs e Roteadores, que funcionam de forma semelhante a um HUB, ou seja, com a função de fazer convergir as conexões físicas, mas com algumas características técnicas (como velocidade e quantidade de conexões simultâneas) diferentes dos primos mais “fraquinhos” (HUBS).
Imagine um computador sozinho, sem estar conectado a nenhum outro computador: Esta máquina só terá acesso às suas informações (presentes em seu Disco Rígido) ou às informações que porventura venham a ele através de disquetes e Cds.
Quando um computador está conectado a uma rede de computadores, ele pode ter acesso às informações que chegam a ele e às informações presentes nos outros computadores ligados a ele na mesma rede, o que permite um número muito maior de informações possíveis para acesso através daquele computador.
Classificação das Redes Quanto à Extensão Física
As redes de computadores podem ser classificadas como:
LAN (Rede Local): Uma rede que liga computadores próximos (normalmente em um mesmo prédio ou, no máximo, entre prédios próximos) e podem ser ligados por cabos apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de computadores das empresas em geral.
WAN (Rede Extensa): Redes que se estendem além das proximidades físicas dos computadores. Como, por exemplo, redes ligadas por conexão telefônica, por satélite, ondas de rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos internacionais, como o CITYBANK).
Equipamentos Necessários para a Conexão em Rede
Para conectar os computadores em uma rede, é necessário, além da estrutura física de conexão (como cabos, fios, antenas, linhas telefônicas, etc.), que cada computador possua o equipamento correto que o fará se conectar ao meio de transmissão.
O equipamento que os computadores precisam possuir para se conectarem a uma rede local (LAN) é a Placa de Rede, cujas velocidades padrão são 10Mbps e 100Mbps (Megabits por segundo).
Ainda nas redes locais, muitas vezes há a necessidade do uso de um equipamento chamado HUB (lê-se “Râbi”), que na verdade é um ponto de convergência dos cabos provenientes dos computadores e que permitem que estes possam estar conectados. O Hub não é um computador, é apenas uma pequena caixinha onde todos os cabos de rede, provenientes dos computadores, serão encaixados para que a conexão física aconteça.
Quando a rede é maior e não se restringe apenas a um prédio, ou seja, quando não se trata apenas de uma LAN, são usados outros equipamentos diferentes, como Switchs e Roteadores, que funcionam de forma semelhante a um HUB, ou seja, com a função de fazer convergir as conexões físicas, mas com algumas características técnicas (como velocidade e quantidade de conexões simultâneas) diferentes dos primos mais “fraquinhos” (HUBS).
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